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Diálogos sobre atum traz ganhos para tubarões do Índico, especialistas dizem

Comissão Intergovernamental sobre a Tuna do Oceano Índico aprova medidas de conservação de tubarões, incluindo fim do descarte de nadadeiras e redução do bycatch; especialistas pedem fiscalização mais eficaz

SAINT-DENIS, La Réunion — The intergovernmental body that regulates tuna fisheries in the Indian Ocean agreed to a suite of shark conservation measures, including rules to curb shark finning and the use of gear that causes significant shark bycatch. The new measures adopted by the Indian Ocean Tuna Commission (IOTC) provide critical relief for a whale shark populations, but experts say more efforts are needed to protect sharks in the region.
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  • A Comissão Intergovernamental do Atum do Oceano Índico (IOTC) aprovou medidas para conservar tubarões, incluindo restrições à remoção de barbatanas e ao descarte do restante do tubarão a bordo.
  • Também há regras para reduzir o uso de equipamentos que causam alto bycatch de tubarões.
  • As medidas são vistas como avanço para as populações de tubarão-baleia, mas especialistas afirmam que é preciso mais esforços para proteger os tubarões na região.
  • Enforçamento e cumprimento das regras continuam como desafios, com pedidos por monitoramento, melhor coleta de dados e maior cooperação internacional.
  • O Oceano Índico abriga várias espécies de tubarões ameaçadas por pesca excessiva, perda de habitat e atividades ilegais, tornando a proteção essential para ecossistemas marinhos e comunidades pesqueiras.

The Indian Ocean Tuna Commission (IOTC) aprovou um conjunto de medidas para a conservação de tubarões, incluindo regras contra a prática do desengrosse de barbatanas e restrições ao uso de equipamentos que causam alta captura acidental de tubarões. As medidas visam reduzir a mortalidade e promover práticas pesqueiras mais sustentáveis.

A decisão ocorreu em uma reunião realizada em Saint-Denis, Falta de detalhes sobre datas, mas o texto aponta avanços significativos para as populações de tubarões, especialmente o tubarão-baleia, cuja recuperação é esperada com as novas regras. Especialistas afirmam, no entanto, que é necessária uma atuação mais ampla.

Implicações e desafios: além de estabelecer normas, o foco está na fiscalização e no cumprimento. Observadores destacam que a eficácia depende de monitoramento mais rigoroso, coleta de dados e cooperação internacional para evitar violações.

O conjunto de medidas surge após anos de avaliações científicas que ressaltaram a urgência de proteger tubarões no Oceano Índico, onde várias espécies enfrentam declínio devido à pesca excessiva, degradação de habitats e atividades ilegais. A conservação dos tubarões é crucial para a saúde dos ecossistemas marinhos e para a continuidade de atividades pesqueiras locais.

Enquanto o IOTC avança com a agenda de conservação, pesquisadores e organizações solicitam maior adesão aos pactos, além de recursos para fiscalização e atualização de dados. A expectativa é de que as novas regras contribuam para a recuperação das populações de tubarões na região e para uma pesca mais sustentável a longo prazo.

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