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Fintechs ligadas ao crime organizado movimentaram R$26 bilhões, diz Durigan

Operação Fluxo Oculto aponta seis fintechs ligadas a organizações criminosas, que moveram R$26 bilhões em quatro anos, com ocultação patrimonial e uso de criptoativos

Ministro da Fazenda, Dario Durigan
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  • Seis fintechs ligadas a organizações criminosas moveram R$ 26 bilhões em quatro anos, segundo o ministro da Fazenda, Dario Durigan.
  • A Operação Fluxo Oculto, deflagrada nesta quinta-feira, é desdobramento da Carbono Oculto e investiga adulteração de combustíveis com nafta e ocultação patrimonial.
  • A Receita Federal informou que o esquema gerava altos lucros na cadeia produtiva de combustíveis, além de lavar dinheiro.
  • Também foi identificado o uso de criptoativos para lavagem de dinheiro.
  • O governo pretende continuar adotando medidas para asfixiar financeiramente o crime organizado.

A Operação Fluxo Oculto, desdobramento da Carbono Oculto, mira um esquema de adulteração de combustíveis com nafta e ocultação patrimonial por meio de fundos. A investigação envolve a Receita Federal e outros órgãos. Ao todo, six fintechs teriam ligação com organizações criminosas e teriam movimentado 26 bilhões de reais em quatro anos.

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que o governo busca asfixiar financeiramente o crime organizado, identificando engrenagens que alimentam essas estruturas. Segundo Durigan, as apurações apontam para práticas de lavagem de dinheiro associadas aos desvios no setor de combustíveis.

De acordo com o Ministério, a operação aponta ainda o uso de criptoativos para a lavagem de recursos. As investigações foram deflagradas nesta quinta-feira e integram a estratégia de desarticulação financeira de organizações criminosas envolvidas no crime.

Detalhes da operação

As apurações envolvem seis fintechs vinculadas a organizações criminosas, com movimentação financeira expressiva ao longo de quatro anos. O objetivo é desarticular fluxos que financiam atividades ilícitas e reduzir a lucratividade do crime na cadeia produtiva de combustíveis.

Contexto e desdobramentos

A operação segue para aprofundar a verificação de transações, identificar beneficiários finais e mapear as redes envolvidas. Autoridades públicas destacam a necessidade de cooperação entre órgãos para robustecer o enfrentamento a crimes financeiros.

Contatos com a imprensa

A fiscalização sinaliza continuidade das ações para concluir o rastreio de ativos, com vigilância sobre operações das fintechs sob suspeita. As autoridades não divulgaram detalhes adicionais sobre prisões ou suspeitos neste momento.

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