- D4vd, nome artístico de David Anthony Burke, teve a audiência de causa provável adiada de 29 de junho para 21 de julho; a conferência de status ficou marcada para 7 de julho.
- Burke é acusado de homicídio em primeiro grau, abuso sexual de menor de 14 anos e mutilação de restos; há circunstâncias especiais que tornam ele inelegível para fiança.
- A audiência de causa provável deve durar vários dias, com várias testemunhas, conforme a decisão da juíza Charlaine F. Olmedo.
- A promotoria afirma que Burke dirigiu o Tesla em 29 de julho de 2025 e deixou restos perto da casa de aluguel; o corpo foi encontrado em 8 de setembro de 2025.
- Segundo a denúncia, Burke comprou itens com nome falso — como pá, motosserra, saco atado e piscina inflável azul — e os utilizou para desmembrar a vítima; há indícios de sangue ligados ao caso; Burke nega as acusações.
O músico conhecido como D4vd, cujo nome de nascimento é David Anthony Burke, teve a audiência de causa provável adiada pela terceira vez. Ele é acusado de matar Celeste Rivas Hernandez, de 14 anos, e de ocultar seus restos dissecados no porta-malas de um Tesla. O caso ocorre em Los Angeles, nos tribunais estaduais.
O tribunal da Comarca de Los Angeles aceitou o pedido da defesa para adiar a audiência. A nova data ficou marcada para 21 de julho, após a solicitação de mais tempo para preparação. A conferência de status foi marcada para 7 de julho.
Burke, de 21 anos, foi preso em 16 de abril e indiciado, uma semana depois, por homicídio em primeiro grau, abuso sexual continuado de menor de 14 anos e mutilação ilegal de restos humanos. Alegações especiais incluem assassinato de testemunha, ganho financeiro com o crime e emboscada, tornando a fiança indisponível.
A defesa apresentou uma declaração secreta que motivou a continuidade da audiência, segundo o juiz Charlaine F. Olmedo. A audiência, prevista para durar vários dias, contará com a oitiva de múltiplas testemunhas e, ao final, o tribunal decidirá se há evidências suficientes para levar o caso a júri.
Segundo documentos apresentados pela acusação, há indícios de que Burke comprou equipamentos para dispor do corpo da vítima, incluindo uma pá, motosserras, um saco de cadáver e uma piscina inflável, por meio de nome falso. Também há alegações de que restos foram encontrados na garagem do imóvel alugado dele, com vestígios de sangue compatíveis com Rivas. Burke nega as acusações.
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