- Sarah Kellen, ex-assistente de Jeffrey Epstein, trabalhou para ele desde dois mil e um, por cerca de quinze anos, também atuando ao lado de Ghislaine Maxwell.
- Ela pretende contar a história em um livro, documentário ou programa similar, mas teme abrir mão do que chama de “cartão de saída da prisão”.
- Kellen foi citada como co-conspiradora não indiciada no caso de Epstein de dois mil e sete, no qual ele recebeu uma sentença mais branda; ela nunca foi processada.
- Ela testemunhou recentemente à Câmara dos Representantes, afirmando ter sido manipulada, abusada e controlada por Epstein.
- O interesse em publicar aumentou após a morte de Epstein; a advogada de Kellen não respondeu aos contatos.
Jeffrey Epstein teve como funcionária por 15 anos Sarah Kellen, considerada sua assistente e apelidada de “sex scheduler”. Ela iniciou em 2001 e deixou o círculo próximo após cerca de 15 anos de atuação. A relação também a aproximou de Ghislaine Maxwell, parceira do ex-patrão e condenada por tráfico sexual.
Fontes afirmam que Kellen começou a planejar um livro ou documentário que conte o que presenciou. A intenção seria expor detalhes sobre Epstein e Maxwell, segundo pessoas ligadas aos envolvidos. Contudo, há receio de perder o que chamam de “carta de saída da cadeia”.
Kellen já foi citada como co-conspiradora não indiciada no caso de 2007 que levou Epstein a uma pena mais branda. Ela prestou depoimento ao House Oversight Committee, mencionando abuso sexual e psicológico, além de controle sobre sua vida. Atualmente, o interesse em publicar cresce desde a morte de Epstein.
Motivações e riscos
Segundo fontes, o desejo de publicar aumentou após a morte do ex-patrão. A intenção é manter a informação como garantia legal, caso precise evitar consequências judiciais. A possibilidade de lançamento envolve milhões, caso haja acordo com meios de comunicação.
Contexto legal
Kellen foi apontada como co-conspiradora não indiciada no caso de 2007, e uma vítima afirmou ter ficado presa no mundo de Epstein, com abuso sexual e psicológico. A comentarista observa que a liberação de informações pode ocorrer por meio de livro, documentário ou programa de TV, em formato não confirmado. A equipe de Kellen não respondeu a pedidos de comentário.
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