Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebol_POLÍTICA_Brasileconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

STF reabre ação por corrupção contra Eduardo Cunha

STF retoma ação por corrupção contra Eduardo Cunha, envolvendo Lava Jato e alterações no foro privilegiado pós-mandato

Ex-deputado federal Eduardo Cunha
0:00
Carregando...
0:00
  • STF retomou a ação penal por corrupção contra o ex-deputado Eduardo Cunha, que foi citado e intimado a apresentar defesa na fase de instrução.
  • A investigação teve origem na Operação Lava Jato em dois mil e dezesseis e Cunha foi cassado por quebra de decoro parlamentar no mesmo ano.
  • O STF manteve o foro por prerrogativa de função após o fim do mandato para crimes ocorridos no cargo, conforme decisão anunciada na última segunda-feira, vinte e cinco.
  • Segundo a denúncia, Cunha e o ex-deputado Henrique Eduardo Alves teriam recebido vantagens indevidas e doações da empreiteira OAS entre dois mil e quatorze, em troca de atuação favorável no Congresso; há acusações de lavagem de dinheiro e organização criminosa.
  • Cunha, que é pré-candidato a deputado federal por Minas Gerais, pode ser afetado pela mudança na Lei da Ficha Limpa, alvo de debate no Congresso.

O STF retomou na última semana a ação penal por corrupção contra o ex-deputado Eduardo Cunha (Republicanos-MG). Ele foi citado no processo e intimado a apresentar defesa na fase de instrução.

A investigação, que teve origem na Operação Lava Jato em 2016, voltou ao STF após Cunha perder o mandato por cassação de decoro parlamentar naquele ano. O caso envolve outros cinco réus.

Desdobramentos e regras processuais

O processo retorna ao STF com mudança no foro privilegiado, já que o tribunal manteve o foro por prerrogativa para crimes cometidos no mandato.

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, defendeu a retomada, afirmando haver nexo entre funções públicas e a prática penal ligada à alçada da corte.

Antes, a 1ª Zona Eleitoral de Natal aceitou a denúncia do MPF por corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa contra Cunha e Henrique Eduardo Alves.

Segundo a denúncia, entre 2012 e 2014 assemelhadas vantagens foram recebidas da empreiteira OAS, para atuação favorável aos interesses da empresa no Congresso.

Entre as situações citadas estão a participação da OAS na privatização dos aeroportos Galeão e Confins e a liberação de financiamento do BNDES para a obra do estádio Arena das Dunas.

Cunha permanece como pré-candidato a deputado federal por Minas Gerais, e pode ser impactado por mudanças na Lei da Ficha Limpa, aprovadas pelo Congresso.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais