- A Polícia Federal realiza nova Operação Sem Desconto.
- O ministro André Mendonça, relator do caso, requisitou um relatório detalhado sobre todos os investigados para acompanhar a evolução dos inquéritos do INSS e do Banco Master.
- Houve troca de delegado que conduzia o inquérito do INSS; a saída foi apresentada como decisão pessoal, mas há relatos de pressão interna.
- Mendonça orienta os delegados a investigar sem perseguir ninguém nem poupar, mantendo os fatos sob apuração.
- Até agora, não houve propostas de delação de Daniel Vorcaro nem de Paulo Henrique Costa; a homologação depende de acordo entre Polícia Federal e Procuradoria Geral da República.
A Polícia Federal deflagrou uma nova edição da Operação Sem Desconto, com foco em apurações envolvendo fraudes. A ação ocorre no momento em que investigações já em curso seguem sob supervisão de autoridades competentes. Não há informações preliminares sobre prisões ou alvos específicos.
O ministro André Mendonça, relator dos inquéritos, solicitou um relatório detalhado sobre todos os investigados nas operações da PF e o estágio de cada apuração. A medida busca entender a evolução das investigações.
Após a troca de delegado responsável pelo inquérito que apura desvios no INSS, Mendonça reforçou a necessidade de acompanhar de perto o andamento. O afastamento foi apresentado pela defesa do caso como decisão pessoal.
Ações da PF e o andamento dos inquéritos
Segundo apurações, a nova operação envolve apuração de possíveis irregularidades ligadas a pessoas associadas a atividades de fraude que já vêm sendo investigadas. As autoridades não divulgam nomes ou prioridades até o momento.
O relator reforça que as investigações devem seguir sem favorecimentos nem pressões, mantendo o rigor técnico. Delegados são orientados a agir com base em fatos, preservando a imparcialidade.
Até agora, Mendonça afirma não ter recebido propostas de delação de determinados investigados, como o banqueiro Daniel Vorcaro ou o ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa. A homologação depende de acordo entre PF e PGR.
Delação e próximos passos
O ministro destaca que a colaboração premiada é direito do investigado, mas não pode ser tendenciosa nem favorecer alguém. O andamento dos acordos depende de apurações técnicas e da formalização entre as partes envolvidas.
As informações disponíveis indicam que as negociações de delação apenas avançam com a conclusão de apurações relevantes. Não houve confirmação de propostas apresentadas até o momento.
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