Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebol_POLÍTICA_Brasileconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

STF encerra aposentadoria compulsória de magistrados

Primeira Turma do STF mantém veto de Flávio Dino à aposentadoria compulsória de magistrados como punição por infrações graves

11.set.2025 - Quinto dia do julgamento da trama golpista na Primeira Turma do STF
0:00
Carregando...
0:00
  • A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal manteve a decisão do ministro Flávio Dino de vetar a aposentadoria compulsória de magistrados como punição por infrações graves.
  • O entendimento é que, com a Reforma da Previdência, a aposentadoria compulsória deixou de existir como sanção prevista na Constituição Federal.
  • Dino afirmou que houve vontade legislativa na Emenda Constitucional para retirar essa punição, já que a Loman também não sustenta mais esse tipo de sanção.
  • A decisão teve origem em ação de um juiz do Rio de Janeiro que contestava decisões do CNJ que o puniram com a aposentadoria compulsória; Dino determinou a anulação dessas decisões.
  • Em 12 de maio, a Advocacia-Geral da União manifestou-se contrária à decisão de Dino, defendendo a prerrogativa do CNJ de controlar a atividade administrativa, financeira e ética do Judiciário, e pedindo limitação da interpretação do STF.

O STF, na Primeira Turma, decidiu manter a decisão do ministro Flávio Dino que acabou com a aposentadoria compulsória como punição por infrações graves de magistrados. A medida foi anunciada após o voto de Dino em 16 de março.

Dino sustenta que a Reforma da Previdência retirou a aposentadoria compulsória da Constituição Federal. A Emenda Constitucional e a Lei Orgânica da Magistratura teriam eliminado a sanção prevista pela Loman, tornando-a inaplicável.

A decisão teve origem em uma ação de um juiz do Rio de Janeiro que buscava anular punições do CNJ aplicadas com base na aposentadoria compulsória. O ministro determinou a anulação dessas decisões por falta de base constitucional.

AGU se posiciona contra

Em 12 de maio, a Advocacia-Geral da União reagiu contrariamente à posição de Dino. O parecer ressalta competências do CNJ para controlar a atividade administrativa e ética do Judiciário.

A AGU destaca a separação de poderes e defende autonomia administrativa do CNJ, para assegurar imparcialidade e funcionamento do Judiciário. Também afirma que a decisão não deve virar jurisprudência geral.

Segundo a AGU, a atuação do STF no tema deve permanecer circunscrita ao caso concreto, sem transposição para outros processos disciplinares. A nota aponta que o caso não teve caráter colegiado.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais