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Mendonça vota para manter prisão preventiva do primo de Vorcaro

Mendonça vota pela manutenção da prisão preventiva de primo de Vorcaro, citando risco de continuidade criminosa e interferência na apuração

O ministro André Mendonça, do STF
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  • O ministro André Mendonça, do STF, votou para manter a prisão preventiva de Felipe Cançado Vorcaro, primo do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, ligado à operação Compliance Zero.
  • Mendonça apontou indícios de continuidade das atividades ilícitas após o início das investigações, citando mensagens que indicariam ocultação de dinheiro e reorganização de empresas.
  • O ministro afirmou que a prisão é necessária para evitar interferência na apuração, destacando riscos de reiteração criminosa, destruição de provas e ocultação patrimonial.
  • Felipe está preso desde sete de maio e seria integrante do núcleo financeiro-operacional da organização, responsável por movimentações financeiras suspeitas.
  • A investigação aponta participação dele na venda de trinta por cento da Green Investimentos a uma empresa ligada à família do senador Ciro Nogueira, com negociação de R$ 13 milhões por R$ 1 milhão; julgamento ocorre no plenário virtual da Segunda Turma para decidir se mantém a decisão de Mendonça.

O ministro André Mendonça, do STF, votou para manter a prisão preventiva de Felipe Cançado Vorcaro, primo do ex-banqueiro Daniel Vorcaro. A decisão ocorreu no âmbito da operação Compliance Zero, que investiga esquema financeiro.

Segundo Mendonça, existem indícios de continuidade das atividades ilícitas mesmo após o avanço das investigações. O ministro citou mensagens no celular de Felipe que indicariam tentativas de ocultar dinheiro e reorganizar empresas para dificultar o rastreamento.

A defesa argumentou pela revogação da prisão, mas Mendonça sustentou que a prisão é necessária para evitar interferências na apuração, citando riscos de reiteração, destruição de provas e ocultação patrimonial. Felipe está detido desde 7 de maio.

A investigação aponta participação direta de Felipe na venda de 30% da Green Investimentos para uma empresa ligada à família do senador Ciro Nogueira (PP-PI). A PF afirma que a operação envolveu cerca de R$ 13 milhões em participação societária, vendida por R$ 1 milhão, com suposta diferença apropriada pela família.

O julgamento ocorre no plenário virtual da Segunda Turma do STF, que deve decidir se ratifica a decisão individual de Mendonça, convertendo a prisão temporária de Felipe em preventiva, mantendo as medidas de custódia durante as investigações.

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