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Banqueiro do JPMorgan contesta acusação, afirma que agressão sexual é mentira

Lorna Hajdini reage às acusações de Rana, dizendo que mentiras destroçaram sua vida e reputação, e busca danos por difamação

JPMorgan is also a defendant in Chirayu Rana’s lawsuit and said: ‘We don’t believe the allegations against [Lorna Hajdini] or the firm have merit.
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  • Lorna Hajdini countersuou Chirayu Rana em um tribunal de Nova York, alegando que as afirmações dele são falsas e arruinaram sua vida.
  • Ela afirmou que Rana fabricou acusações de estupro e de dopar alguém para obter ampla cobertura da imprensa e prejudicar-a economicamente e junto ao JPMorgan.
  • A countersuit busca danos não especificados por difamação, sofrimento emocional e outras reivindicações.
  • Rana afirmou que Hajdini usou de sua senioridade para coagi-lo a atividade sexual não consensual, e descreveu ameaças com linguagem racista; ele processa Hajdini sob pseudônimo, mas hoje já foi identificado publicamente.
  • O JPMorgan, que também é parte do processo de Rana, disse apoiar Hajdini e deixou claro que não acredita nas alegações contra ela; o banco informou que já tentou um acordo antes de Rana entrar com a ação.

Lorna Hajdini, executiva da JPMorgan Chase, apresentou uma contranotificação em um tribunal estadual de Nova York, em Manhattan. Ela afirma que Chirayu Rana fabricou acusações de estupro e uso de bebidas para obter ampla cobertura da imprensa e obter dinheiro, arruinando sua reputação e causando danos reais.

A defesa de Hajdini aponta que as mentiras teriam destruído sua vida, deixando-a alvo de zombarias e assédio constante. O documento de contracrime requer danos não especificados por difamação e sofrimento emocional.

A ação de Rana, apresentada em 27 de abril, acusa Hajdini de usar sua posição para coagir atividade sexual sem consentimento durante meses. Segundo o processo, houve ameaças com linguagem racista, com a alegação de que Hajdini “controlava” a carreira dele.

Rana, que ocupava o cargo de vice-presidente em financiamentos alavancados, utilizou um pseudônimo no início, mas foi identificado publicamente. A JPMorgan o afastou administrativamente em junho de 2025, permanecendo afastado na época em que moveu a ação.

A JPMorgan também figura como ré no caso de Rana. A instituição afirmou apoiar Hajdini e seu direito de defender a reputação, destacando que não acredita nas acusações contra ela ou contra o banco terem mérito.

Em relatório, o banco informou que tentou chegar a um acordo com Rana antes de ele ajuizar a ação. Segundo o Wall Street Journal, a oferta inicial foi de aproximadamente 1 milhão de dólares. Dados oficiais da instituição não detalham o andamento do processo.

  • Elemento: referenciações ao contexto legal e institucional
  • IMPORTANTE: manter o tom neutro e informativo, sem opiniões ou julgamentos obrigatórios

Acompanham as informações que não foram imediatamente comentadas por advogados de Rana na quarta-feira, e a defesa de Hajdini também não forneceu novos comentários no momento.

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