- Madison Square Garden baniu o advogado John Scola, que representa um policial processando a arena por ferimentos ocorridos em 2025 enquanto ele atuava na segurança.
- A liminar interna, datada de 30 de abril, também impede que o advogado tenha ingressos para os locais possuídos pelo grupo Dolan, conforme relatório da WIRED.
- O policial, John Przybyszewski, acusa Lil Tjay e o MSG de terem colocado o oficial em perigo durante um combate de boxe no Hulu Theater, em fevereiro de 2025, com apenas dois agentes de serviço presentes.
- Segundo a ação, Przybyszewski foi derrubado e sofreu lesões no pescoço e na lombar, com diagnóstico de danos potencialmente permanentes.
- A denúncia sustenta que o incidente ocorreu após desentendimentos entre o rapper e seguranças do local, e que o advogado Scola moveu o processo contra Lil Tjay e o Madison Square Garden.
Madison Square Garden proibiu o advogado John Scola, que representa um policial de Nova York acionando a arena em razão de ferimentos ocorridos durante evento de boxe em 2025. A ação envolve a própria MSG e o lutador Lil Tjay, em um caso que também discute medidas de segurança do local.
Segundo a queixa, o oficial John Przybyszewski, da NYPD, sofreu lesões cervicais e lombares graves após um tumulto próximo ao ringue em fevereiro de 2025, durante uma apresentação no Hulu Theater, então chamado MSG Theater. O policial afirma ter sido empurrado para o chão e ter permanecido no chão sob várias pessoas.
A ação cita falhas de segurança da casa de shows, que, segundo o processo, contava com apenas dois agentes de plantão, mesmo com a previsão de oito. Além disso, a queixa envolve a presença de equipes de segurança ligadas ao artista Lil Tjay, bem como a responsabilidade do Madison Square Garden na gestão do espetáculo.
Controvérsias de vigilância e segurança
O caso ressalta tensões entre a NYPD, o complexo MSG e políticas de segurança. O proprietário James Dolan tem histórico de restringir o acesso de escritórios de advocacia às suas arenas, inclusive por meio de sistemas de reconhecimento facial. A lei estadual e autoridades locais acompanham o tema de perto.
O Madison Square Garden, por sua vez, utiliza o programa de “paid detail” da polícia para reforçar a vigilância durante eventos. A tarde de fevereiro de 2025, apesar da determinação de necessidade de policiamento adicional, o relatório afirma que apenas dois oficiais estavam presentes no momento do incidente.
A procuradora-geral Letitia James manifestou preocupação com as táticas de vigilância do MSG e informou que o escritório acompanha as informações divulgadas pela imprensa. A agência não confirmou compartilhamento de dados faciais com a arena, enquanto o MSG afirma que mantém controles de segurança para evitar acessar indivíduos perigosos.
Detalhes do processo
O advogado John Scola, conhecido por atuar em casos envolvendo oficiais da polícia local, moveu a ação em fevereiro deste ano. Alega que decisões operacionais colocaram Przybyszewski em situação de risco durante o evento. A defesa também aponta que a arena utiliza imagens para registrar incidentes e identificar possíveis ameaças à segurança.
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