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Pagamentos na Louisiana não aliviam dor pela morte de Ronald Greene pela polícia, diz advogado

Acordo de $4.85m com a família de Ronald Greene mostra que a verdade deve vir à tona, apesar da dor causada pela abordagem policial

Family members of Ronald Greene at a protest in Washington in 2020.
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  • A Louisiana concordou em pagar 4,85 milhões de dólares à família de Ronald Greene, encerrando a ação federal por morte injusta, sujeita à aprovação da legislatura.
  • A ação foi movida pela filha Tayla Greene depois que surgiu um vídeo mostrando que Greene foi agredido por cinco policiais durante uma abordagem em Monroe, em 2019.
  • O material, gravado por câmeras corporais, contradiz a versão inicial de que Greene morreu após um acidente de carro; as imagens mostram choques com taser, empurrões e imobilização.
  • Dois oficiais foram acusados de lesão culposa; Kory York e Chris Harpin se declararam sem contestação. Outro oficial, Gage Hollingsworth, morreu em acidente de carro em 2020.
  • O Departamento de Justiça dos EUA já apontou um padrão de uso excessivo de força pela polícia da Louisiana, mas revisitou a conclusão no início da presidência de Donald Trump; a atual promotora-geral do estado confirmou o acordo.

O estado da Louisiana concordou em pagar 4,85 milhões de dólares à família de Ronald Greene para encerrar uma ação federal de homicídio culposo. O acordo foi divulgado durante sessões de mediação em 12 de maio e depende de aprovação da legislatura local.

O caso envolve a morte de Greene, de 49 anos, ocorrida em 2019 após uma abordagem de policiais brancos na região de Monroe. Vídeos de câmeras corporais mostram agressões, choque elétrico e uma luta física, com o homem sem fôlego recebendo manejo agressivo enquanto estava algemado.

A família moveu uma ação federal alegando violação de direitos civis. A cobertura inicial revelou que a polícia de Louisiana manteve em segredo trechos de imagens que mais tarde vieram à tona e causaram indignação nacional.

O advogado da família, Ben Crump, disse que o acordo não apaga a dor dos parentes, mas demonstra que a verdade deve vir à tona. Crump ressaltou a importância de responsabilização e transparência.

Segundo o acordo, a indenização está sujeita à aprovação da Assembleia Legislativa da Louisiana. A decisão final pode encerrar o processo federal movido pela filha de Greene, Tayla.

A promotoria local informou que duas investidas envolvidas em Greene foram consideradas comesidados pela Justiça: Kory York e Chris Harpin, ambos com acusações de Bateria de conduta criminosa. Outro oficial, Gage Hollingsworth, morreu em acidente de carro em 2020.

A denúncia federal já havia indicado um padrão de uso excessivo de força durante prisões e perseguições, mas essa conclusão foi revista após mudanças na administração federal. A apuração foi acompanhada por diversas coberturas nacionais.

Apoiando a família, a mãe de Greene, Mona Hardin, pediu continuidade das cobranças por responsabilização, apesar do acordo. Ela afirmou redes sociais que a luta por justiça continua, mesmo com o desfecho financeiro.

A Associated Press colaborou com a apuração original, destacando o atraso na divulgação das imagens e o impacto público do caso. O acordo envolve a mediação entre autoridades da Louisiana e a família de Greene.

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