- Lula deve se reunir nesta semana com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, para discutir a indicação de Jorge Messias ao STF.
- A vaga surgiu com a aposentadoria antecipada de Luís Roberto Barroso, anunciada em outubro do ano passado.
- A reunião prevista para quinta-feira passada não ocorreu por conflitos de agenda; interlocutores da AGU veem a conversa como essencial para viabilizar o envio da indicação.
- O Planalto busca o momento adequado para evitar atrito com o Senado ao enviar a mensagem formal, que deve abrir caminho para a sabatina.
- São necessários pelo menos 41 votos no Senado; aliados do AGU dizem já ter garantidos pelo menos 60 votos.
O presidente Lula deve se reunir nesta semana com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, para debater a indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal. O encontro busca avanços na agenda de nomeações da União e na tramitação no Senado.
A vaga no STF surgiu com a aposentadoria antecipada de Luís Roberto Barroso, anunciada em outubro do ano passado. Messias é apontado pelo governo para ocupar a vaga.
A expectativa era de que o encontro ocorresse na semana passada, mas conflitos de agenda inviabilizaram a reunião. Interlocutores da AGU destacam a conversa entre os chefes como essencial para viabilizar o envio formal da indicação.
Contexto político
O Planalto já sinalizava que enviar a mensagem ao Congresso sem conversar previamente com o presidente do Senado poderia ser visto como desrespeito. A ideia é reduzir entraves para a tramitação da indicação e abrir espaço para a sabatina.
Para a confirmação, são necessários pelo menos 41 votos favoráveis no Senado. Aliados de Messias afirmam ter assegurado, segundo fontes, cerca de 60 votos já garantidos para a aprovação.
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