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Moraes marca depoimento de Eduardo Bolsonaro em ação ligada à Lei Magnitsky

Moraes marca depoimento de Eduardo Bolsonaro em ação da Lei Magnitsky para as 14h de 14 de abril, por videoconferência com defensor público

Ministro intimou Eduardo através de edital e nomeou defensor público após ex-deputado não nomear advogado.
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  • O ministro Alexandre de Moraes marcou depoimento de Eduardo Bolsonaro para as 14h de 14 de abril, em ação relacionada à Lei Magnitsky.
  • Eduardo Bolsonaro está nos Estados Unidos e não escolheu advogado; a Defensoria Pública da União atuará e o interrogatório ocorrerá por videoconferência.
  • Moraes autorizou a citação por edital, já que o acusado estaria em “local incerto e não sabido”.
  • O processo acusa Eduardo Bolsonaro de coação no curso do processo, por articulações nos Estados Unidos em prol de sanções a autoridades brasileiras.
  • A defesa questionou o uso do edital, sugerindo carta rogatória, e, ao protestar pela ausência na audiência, levou Moraes a nomear novamente defensor público.

O ministro do STF Alexandre de Moraes marcou para as 14h do dia 14 de abril o depoimento de Eduardo Bolsonaro, ex-deputado federal pelo PL, na ação em que a PGR o acusa de coação no curso do processo. O caso envolve articulações nos Estados Unidos em defesa de sanções contra autoridades brasileiras, sob a Lei Magnitsky.

Eduardo Bolsonaro está nos Estados Unidos e não definiu um advogado para representá-lo no processo. Por isso, Moraes determinou a atuação da Defensoria Pública da União (DPU) e autorizou o interrogatório por videoconferência, com recebimento de um link ao defensor para encaminhar a Eduardo. Não há confirmação de participação efetiva do acusado.

Moraes determinou a citação por edital, ao entender que o réu está em local incerto e não sabido. A mesma modalidade já foi usada no caso do perito Eduardo Tagliaferro. Em ambos os casos, a defesa questiona a legalidade do edital, defendendo a necessidade de uma carta rogatória para intimação por meio da Justiça italiana, já que o réu estaria em outro país.

Questões processuais

A defesa do ex-assessor do TSE, envolvido no mesmo episódio, sustenta que o instrumento adequado seria a carta rogatória. Em protesto, os advogados optaram por não participar da audiência de instrução, levando Moraes a nomear novamente a Defensoria Pública para representar Eduardo Bolsonaro no depoimento.

Situação atual e próximos passos

A audiência por videoconferência está vinculada ao andamento da ação contra Eduardo Bolsonaro e à necessidade de intimação formal das partes. A decisão de Moraes visa garantir o andamento processual mesmo diante da localização do acusado fora do Brasil. O desfecho dependerá da verificação de formalidades processuais e de eventuais recursos apresentados pela defesa.

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