- O Governo do Espírito Santo, via Sejus, reforçou a política de apoio espiritual nos presídios para promover a reintegração social.
- Em encontro realizado na última semana, representantes de várias denominações discutiram estratégias para ampliar o suporte espiritual aos internos.
- O secretário de Justiça, Marcelo de Araújo Gouvêa, afirmou que a assistência religiosa é uma política pública essencial para dignidade e recuperação dos presos.
- A iniciativa visa ampliar atividades religiosas, oferecer apoio emocional e fortalecer a parceria entre o Estado e as comunidades religiosas.
- Pesquisas indicam benefícios da assistência religiosa na redução da violência e melhoria do comportamento, com o governo reafirmando o compromisso com a liberdade religiosa e a humanização do sistema prisional.
O Governo do Espírito Santo, por meio da Secretaria de Justiça (Sejus), reforçou a política de apoio espiritual nos presídios do estado. A iniciativa visa promover a reintegração social e fortalecer a assistência religiosa como política pública.
Durante o encontro, realizado na última semana, representantes de diversas denominações discutiram estratégias para ampliar o apoio espiritual aos internos. A Sejus destacou a relevância da assistência religiosa na ressocialização.
Segundo o secretário de Justiça, Marcelo de Araújo Gouvêa, a política de apoio espiritual é essencial para a dignidade e a recuperação dos presos. Ele afirmou que a assistência religiosa deve ser encarada como política pública de transformação.
O encontro contou com líderes religiosos, representantes do sistema prisional e membros do poder público. A parceria entre o Estado e comunidades religiosas busca garantir acesso a atividades espirituais e apoio emocional aos internos.
Fortalecimento da política de apoio espiritual
A Sejus reforçou o compromisso de ampliar a oferta de atividades religiosas nos presídios, com foco na ressocialização e na reintegração social. A medida faz parte de ações para humanizar o sistema prisional.
Benefícios e direitos
Estudos citados pela gestão apontam impactos positivos da assistência religiosa na redução da violência e na melhoria do comportamento dos internos. A política também assegura o direito à liberdade religiosa.
O Governo do Espírito Santo reafirmou o compromisso de manter a política de apoio espiritual nos presídios, visando uma sociedade mais justa, humanizada e inclusiva.
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