- Hytalo Santos e o marido, Euro, foram condenados à pena máxima por exploração sexual de adolescentes e produção de conteúdo pornográfico.
- A defesa afirma que a sentença ignorou provas e testemunhos, baseando-se em “opiniões pessoais” do juiz.
- Segundo a defesa, relatos de testemunhas que contrariam as acusações não foram considerados, assim como testemunhas que diziam que as vítimas não eram exploradas.
- O casal está preso há seis meses em presídio da Paraíba; a defesa aposta em reversão da sentença no Tribunal de Justiça da Paraíba.
- A defesa afirma que as vítimas foram levadas pela própria defesa e que as declarações não foram levadas em conta, apontando erro grave na decisão.
Hytalo Santos e o marido, Euro, foram condenados à pena máxima por exploração sexual de adolescentes e produção de conteúdo pornográfico envolvendo menores. A sentença foi proferida após as investigações que culminaram na acusação. Os dois permanecem detidos, com regime de cumprimento da pena já determinado, em presídio na Paraíba.
A defesa sustenta que a decisão desconsiderou provas e testemunhos relevantes presentes no processo. Segundo o advogado Sean Kompier Abib, a sentença teria adotado “opiniões pessoais” em detrimento do conjunto probatório, privilegiando avaliações subjetivas em vez dos elementos dos autos. A defesa afirma ainda que relatos contraditórios de testemunhas não foram levados em conta.
Para o advogado, há relatos que teriam apontado que as vítimas não foram exploradas sexualmente e que haveria inconsistência entre testemunhos apresentados ao longo do caso. A defesa informa que pretende levar a decisão a recurso no Tribunal de Justiça da Paraíba, buscando a absolvição ou revisão da pena.
Hytalo Santos foi preso em São Paulo no dia 15 de agosto de 2025. Na época, a autoridade policial indicou indícios de crimes como destruição de provas, tráfico de pessoas e intimidação de testemunhas, além das acusações de produção de conteúdo pornográfico com menores. O casal permanece detido há cerca de seis meses.
A defesa destaca que as vítimas teriam sido abordadas para depor de forma contrária aos relatos iniciais, o que, segundo a defesa, não foi considerado pela Justiça. A expectativa é de que o Tribunal de Justiça da Paraíba revise o caso e, conforme argumentam, corrija erros apontados pela defesa.
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