- A Polícia Civil do Rio Grande do Sul abriu inquérito para apurar possível intolerância religiosa após declaração de Peninha sobre o voto de evangélicos.
- A investigação partiu de denúncia de uma entidade religiosa que se sentiu ofendida pelas declarações do cantor.
- Peninha afirma que a declaração foi mal interpretada e que não teve a intenção de ofender, podendo ser ouvido pela polícia.
- Se comprovada a prática, pode configurar crime previsto no artigo vinte da Lei de 7.716/1989, que criminaliza discriminação por religião.
- A repercussão nas redes foi grande, com apoio a Peninha entre fiéis e críticas de quem defende respeito às diferenças; a apuração segue em andamento.
A Polícia Civil do Rio Grande do Sul abriu um inquérito para apurar possível intolerância religiosa envolvendo o cantor Peninha. A investigação surgiu após uma denúncia de uma entidade religiosa que se disse ofendida por comentários do artista sobre o direito de voto de evangélicos. A apuração buscará esclarecer se houve discriminação por motivos religiosos.
Peninha, que éevangélico, contou que a declaração foi mal interpretada e afirmou não ter a intenção de ofender terceiros, apenas expressar uma opinião. A polícia informou que ouvirá o músico e outras testemunhas para esclarecer os fatos e verificar se há indícios de crime.
A denúncia foi feita por uma entidade religiosa; a oitiva de Peninha e de demais envolvidos deve ocorrer nos próximos dias. O inquérito não concluiu ainda se houve crime, apenas busca entender o conjunto de declarações e contextos.
Contexto legal
A Polícia Civil destaca que a prática de intolerância religiosa é crime segundo o artigo 20 da Lei 7.716/1989, com possibilidade de reclusão e multa. O objetivo é assegurar o respeito às diferentes religiões no estado.
Repercussão e posicionamentos
A comunidade evangélica do RS manifestou apoio a Peninha, defendendo que ele sempre teve postura de respeito. Já representantes de outras religiões enfatizaram a importância do combate à discriminação. A investigação segue em andamento. Peninha permanece à disposição das autoridades.
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