- Senado aprovou nesta quarta-feira a indicação do ministro Benedito Gonçalves para o cargo de corregedor do Conselho Nacional de Justiça até 2028, com 53 votos favoráveis e 16 contrários.
- O CNJ é composto por quinze membros com mandato de dois anos, e cabe a ele controlar a atividade administrativa e financeira dos tribunais, além de fiscalizar magistrados dos cinco segmentos do Judiciário, exceto o Supremo Tribunal Federal.
- Como corregedor, Gonçalves ficará responsável por receber reclamações e denúncias contra magistrados e serviços judiciários, além de conduzir processamento, sindicâncias e correições.
- Ele também elaborará relatórios sobre as atividades de correição, inspeção e sindicância.
- Benedito Gonçalves é bacharel em Direito pela UFRJ, mestre pela Estácio de Sá e atua como ministro do STJ desde 2008; já foi juiz federal e desembargador federal do TRF da 2ª Região.
O Senado aprovou nesta quarta-feira, dia 10, a indicação do ministro Benedito Gonçalves para o cargo de corregedor do CNJ, com mandato até 2028. A votação ficou em 53 a favor e 16 contrários.
Gonçalves é ministro do STJ desde 2008. A nomeação para corregedor envolve receber reclamações e denúncias contra magistrados e serviços judiciários auxiliares, além de conduzir sindicâncias e inspeções.
O CNJ, composto por 15 membros com mandato de dois anos, tem o papel de fiscalizar a atividade administrativa e financeira dos tribunais, bem como acompanhar políticas de melhoria dos serviços judiciais.
Quem é Benedito Gonçalves
É bacharel em Direito pela UFRJ e mestre pela Estácio de Sá. Antes do STJ, atuou como juiz federal em estados como Rio Grande do Sul, Paraná e Rio de Janeiro, e foi desembargador federal da 2ª Região a partir de 1998.
Sobre o CNJ
O corregedor responde por apresentar relatórios e conduzir correições quando houver fatos relevantes, mantendo o funcionamento institucional do Judiciário e a transparência das ações judiciais. O objetivo é aprimorar serviços prestados pelos tribunais.
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