- Cláudia Márcia de Carvalho Soares, presidente da Associação Brasileira de Magistrados do Trabalho (ABMT) e juíza aposentada do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª região, recebeu R$ 709 mil líquidos em salário no ano anterior.
- O mês de dezembro registrou o vencimento líquido mais alto, em torno de R$ 128 mil.
- Durante julgamento no Supremo Tribunal Federal sobre penduricalhos, ela criticou o que chamou de “quase nada” de benefícios recebidos por desembargadores, afirmando que “mal tem um lanche”.
- O STF analisa se mantém as decisões que suspenderam o pagamento de verbas indenizatórias acima do teto constitucional de R$ 46.366,19 para o funcionalismo público.
- A sessão, iniciada na quarta-feira, teve sustentações orais sem votos apresentados até o momento; o ministro Edson Fachin afirmou que o tema é tormentoso e requer resposta célere.
A juíza aposentada Cláudia Márcia de Carvalho Soares, presidente da Associação Brasileira de Magistrados do Trabalho (ABMT), participou da sessão do STF que discute a validade dos penduricalhos concedidos a servidores públicos. Ela afirmou críticas ao que considerou benefícios baixos para desembargadores. O órgão analisa o pagamento de vantagens acima do teto constitucional. No ano de 2025, Cláudia recebeu 709 mil reais líquidos.
A atuação ocorreu durante julgamento iniciado no STF na última quarta-feira, ainda sem votos apresentados. A sessão foi dedicada às sustentações orais de entidades interessadas no tema, com expectativa de manifestação futura dos ministros.
Cláudia Márcia de Carvalho Soares é ligada à Justiça trabalhista e integra a diretoria da ABMT. Segundo dados do Painel de Remuneração do CNJ, a magistrada recebe isenção de cobrança de Imposto de Renda, benefício associado a diagnósticos médicos graves em alguns casos. Em dezembro, o vencimento líquido da magistrada atingiu cerca de 128 mil reais.
Contexto do julgamento
O STF analisa se confirma decisões anteriores que suspenderam o pagamento de verbas indenizatórias não previstas em lei, conhecidas como penduricalhos. A questão envolve o teto constitucional do funcionalismo público, fixado em 46.366,19 reais. A corte deve definir se tais pagamentos extrapolam o teto.
Detalhes financeiros
A remuneração de Cláudia, conforme o CNJ, inclui o pagamento líquido de 709 mil reais em 2025. O CNJ ainda aponta que a magistrada não paga Imposto de Renda, conforme o regime de isenção aplicado a casos específicos. A lista de remunerações é pública e está disponível para consulta.
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