- Donald Trump estaria avaliando a possibilidade de comprar as Ilhas Chagos, de Maurício, para controlar a base militar Diego Garcia, sem a participação direta do Reino Unido.
- O plano dependeria da soberania das ilhas, para que os EUA pudessem negociar a compra diretamente com Maurício.
- Legislações anteriores que transferiam as ilhas para Maurício foram ajudadas a serem retiradas, após retirada do apoio dos EUA ao acordo.
- A proposta é uma entre várias opções consideradas pela administração Trump, com preocupações sobre espionagem caso Maurício tenha controle total.
- O contexto envolve o conflito entre EUA e Irã, com a base de Diego Garcia servindo a capacidades de mísseis de longo alcance e gerenciamento de operações conjuntas.
Trump avalia a possibilidade de comprar as Ilhas Chagos, em Mauritius, para controlar a base de Diego Garcia, segundo o Telegraph. A ideia surge em meio a planos britânicos estagnados para ceder a soberania do território.
Segundo o relatório, o plan seria realizado sem a participação direta de oficiais britânicos, permitindo negociação direta com Mauritius. A aquisição dependeria ainda da obtenção de soberania sobre as ilhas, conforme a reportagem.
A proposta integra um conjunto de medidas em análise pelos EUA, defendida por o secretário do Tesouro, Scott Bessent, e apresentada a Donald Trump. Alguns membros veem riscos de espionagem caso Maurício seja visto como aliado da China.
Contexto geopolítico
A discussão ocorre em meio ao conflito entre EUA e Israel contra o Irã, que impacta a região e as operações na base no meio do oceano Índico.
Diego Garcia abriga uma base militar que permite alcance a partir de territórios dos EUA, sendo relevante estratégico para missões de longe como parte da atual dinâmica regional. O governo dos EUA não comentou o assunto até o momento.
Implicações estratégicas
Caso avançasse, o acordo dependeria de mudanças de soberania e de acordos com Mauritius, deslocando o papel do Reino Unido na gestão do território. A situação ocorre num momento de tensão entre potências e de reavaliação de alianças regionais.
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