Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebol_POLÍTICA_Brasileconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Ativistas da flotilha australiana voltam após acusações de agressões sexuais Israel

Ativistas australianos detidos em Israel retornam ao país, relatando abuso, maus-tratos e agressões, e solicitam reunião com o primeiro-ministro

Members of the Gaza-bound Global Sumud Flotilla who were last week detained by Israeli security forces arrived in Sydney on Monday morning.
0:00
Carregando...
0:00
  • Nove dos onze australianos que participaram da Global Sumud Flotilla chegaram à Austrália após ficarem detidos em Israel desde 18 de maio.
  • Eles afirmam ter sido abusados, torturados e humilhados em prisão israelense, com relatos como detenção sob arma, desnudamento, agressões físicas e suposta violência sexual.
  • Ao menos outros ativistas também relatam episódios de violência, ferimentos como fraturas e concussões, além de condições de privação de alimentação, água e acesso a advogado.
  • Israel nega as acusações, dizendo que prisioneiros foram tratados conforme a lei; o embaixador de Israel na Austrália afirmou que nenhum dos detidos foi ferido.
  • O primeiro-ministro Anthony Albanese disse que não responderia sem contato prévio com as pessoas; ativistas pedem reunião e cobrança de sanções ou reavaliação de relações com Israel.

Os ativistas australianos retornaram à Australia após ficar detidos em Israel, onde pretendiam entregar ajuda a Gaza como parte da Global Sumud Flotilla. Nove dos onze integrantes(as) do grupo desembarcaram na segunda-feira, recebidos por apoiadores em Sydney, Melbourne e Brisbane. Eles relatam ter sido física e psicologicamente maltratados durante a detenção.

Os relatos indicam que, entre as alegações, há acusações de abuso físico, humilhação e intimidação durante a custódia. Um dos integrantes, a ativista Violet CoCo, afirma ter sido detida à força, desnudada, colocada em container e alvo de agressões, com supostos registros fotográficos e privação de alimentação, água e acesso a um advogado. Outras vítimas também mencionaram violência e prisões prolongadas.

As alegações ainda não foram verificadas de forma independente pela Guardian Australia. Em resposta, a embaixada de Israel em Canberra negou maus-tratos, dizendo que todos os detidos foram tratados conforme a lei e com sensibilidade. O embaixador israelense no país afirmou que nenhum participante sofreu dano entre os mais de 400 indivíduos presentes na flotilha.

Reações políticas e diplomáticas

O primeiro-ministro australiano Anthony Albanese disse não comentar sobre pedidos de reunião sem aviso prévio e reiterou que o governo já tratou da postura de Israel, inclusive em relação às ações do ministro Itamar Ben-Gvir, cuja conduta foi criticada. A Elisa de posição do governo não foi alterada pelos relatos recebidos.

Outros ativistas relataram ferimentos significativos, incluindo fraturas faciais, contusões e concussões, decorrentes de agressões durante a detenção. Participantes também mencionaram episódios de privação de água, comida e acesso a advogados, além de intimidação psicológica.

Além de CoCo, outras integrantes disseram ter sofrido abusos, incluindo violência física e sexual. A embaixada de Israel não respondeu a perguntas específicas sobre as acusações apresentadas por CoCo e por outras pessoas que desembarcaram na segunda-feira.

Contexto e próximos passos

O caso ocorre em meio a críticas internacionais sobre o tratamento a membros da flotilha. Ativistas e parlamentares australianos pedem respostas claras e uma reunião direta com autoridades, enquanto o governo mantém posição cautelosa, destacando que já tratou do tema de forma institucional. A situação permanece sob apuração e com desdobramentos políticos no âmbito regional.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais