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Lula cobra Israel por ativista radical preso em tentativa de chegar a Gaza

Lula cobra libertação de Thiago Ávila, detido em flotilha rumo a Gaza, alegando violação do direito internacional e pressionando por garantias de segurança

Lula volta a cobrar Israel por ativista radical preso em tentativa de chegar a Gaza (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
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  • Lula pediu a libertação do militante brasileiro Thiago Ávila, preso por Israel após participar de flotilha com destino a Gaza, considerado injustificável.
  • O Brasil acompanha o caso e afirma que a prisão viola o direito internacional; o governo diz que continuará adotando medidas diplomáticas para pressionar pela soltura.
  • Lula escreveu na X que Brasil e Espanha exigem garantias de segurança e a liberação imediata; manifestação está marcada para quarta-feira em frente ao Itamaraty.
  • O governo já emitiu ao menos duas notas oficiais sobre o episódio; em 30 de abril assinou declaração conjunta criticando ações israelenses e pedindo garantias de segurança.
  • Ávila atua em campanhas pró-Palestina; a detenção foi prorrogada enquanto investigações seguem sobre possíveis ligações indiretas com o Hamas; é a terceira tentativa de chegar a Gaza, após eventos anteriores envolvendo outros ativistas.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu a libertação do militante brasileiro Thiago Ávila, detido por Israel após participar de uma flotilha com destino à Faixa de Gaza. A cobrança ocorreu em declaração publicada nesta terça-feira (5) e aponta a prisão como injustificável, além de dizer que o governo acompanhará o caso e pressionará pela soltura por meio de medidas diplomáticas.

Lula afirmou que o Brasil, em conjunto com a Espanha, que também teve um cidadão detido, exige garantias de segurança plenas para os envolvidos e a sua libertação imediata. A manifestação do presidente foi publicada na rede social X e marca a continuidade de uma defesa ativa do caso por parte do governo brasileiro.

O caso ganhou repercussão nas redes, com o ativista Thiago Ávila mobilizando apoiadores para um ato em frente ao Itamaraty, em Brasília, previsto para quarta-feira (6). O movimento também envolve alertas de que a prisão pode violar princípios do direito internacional, segundo o Palácio do Planalto.

Posição e ações diplomáticas

O governo brasileiro já havia se manifestado anteriormente sobre o assunto, com ao menos duas notas oficiais divulgadas pelo Itamaraty. Em 30 de abril, o Brasil assinou uma declaração conjunta criticando ações israelenses contra a flotilha e pedindo garantias de segurança aos participantes. Em novo comunicado, com a Espanha, o Brasil classificou a abordagem em águas internacionais como sequestro e solicitou esclarecimentos e a libertação dos envolvidos.

Thiago Ávila é descrito como ativista de esquerda e pró-Palestina, com atuação frequente em campanhas contra ações israelenses. Autoridades israelenses investigam possíveis vínculos indiretos entre integrantes da flotilha e o Hamas; não há confirmação pública de vínculo direto de Ávila com o grupo. Mesmo assim, a suspeita tem sido usada para justificar a detenção e a prorrogação das investigações.

Esta é a terceira tentativa de Ávila de chegar a Gaza com o objetivo de levar ajuda humanitária. Em junho do ano passado, participou de outra flotilha, que incluiu a ativista Greta Thunberg, quando foi detido e deportado após três dias. Em outubro, Ávila foi interceptado novamente junto com outros 14 brasileiros, incluindo a deputada federal Luizianne Lins, e também deportado.

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