- O primeiro-ministro japonês, Sanae Takaichi, disse que o Japão não planeja, no momento, enviar navios de escolta para o Golfo.
- O governo continua avaliando o que o Japão pode fazer de forma independente e dentro do marco legal.
- A posição ocorre após o presidente dos EUA, Donald Trump, pedir a aliados que contribuam para escoltar petroleiros pelo estreito de Hormuz.
- Trump não fez ainda um pedido formal de assistência, segundo Takaichi.
- A constituição japonesa, que renuncia à guerra, restringe as operações militares no exterior, o que complica decisões sobre missões de escolta.
O Japão não planeja, neste momento, enviar navios de guerra para escolta de navios no Oriente Médio. A afirmação foi feita pela primeira-ministra Sanae Takaichi, em audiência no parlamento, nesta segunda-feira.
A fala ocorreu após Donald Trump pedir, em rede social, que aliados ajudem a proteger embarcações através do Estreito de Hormuz. Takaichi ponderou as limitações legais e a incógnita sobre o que o país pode fazer.
As autoridades japonesas destacaram que ainda não houve solicitação formal dos EUA para assistência. O governo está avaliando o que pode ser feito de forma independente dentro de seu marco constitucional.
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