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Hamas pede ao Irã para não atacar vizinhos, reafirma direito à autodefesa

Hamas pede ao Irã que não ataque países vizinhos, reafirma seu direito à autodefesa e clama pelo fim imediato da guerra na região

Cars pass a banner featuring Iran's new Supreme Leader Mojtaba Khamenei, amid the U.S.-Israeli conflict with Iran, in Tehran, Iran, March 14, 2026. Majid Asgaripour/WANA (West Asia News Agency) via REUTERS
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  • Hamas pediu que o Irã não vise países vizinhos, mas manteve o direito de se defender.
  • O grupo também solicitou que todos os países da região e organizações internacionais interrompam a guerra de imediato.
  • O cessar-fogo entre Israel e Hamas em Gaza entrou em vigor em outubro, mas desde então houve episódios de violência.
  • Os ataques israelenses a Gaza diminuíram no início do conflito com o Irã, mas passaram a aumentar novamente.
  • O Hezbollah, apoiado pelo Irã no Líbano, abriu fogo contra Israel em 2 de março; os Houthis, no Iêmen, expressaram solidariedade a Teerã, sem ameaça de retomar ataques.

Hamas pediu ao Irã que não ataque países vizinhos, mantendo, porém, o direito de se defender. A mensagem foi emitida em meio a tensões na região e a buscas por uma redução do conflito. A organização pediu ainda que o conflito seja interrompido por todos os países e organizações internacionais.

A nota informa que o Irã tem o direito de responder a agressões pelos meios cabíveis, conforme normas internacionais, mas enfatiza o não envolvimento de nações vizinhas. O apelo ocorre em meio a um cessar-fogo em Gaza, negociado em outubro, que não impediu surtos de violência.

Contexto regional: Hezbollah, aliado do Irã, abriu fogo contra Israel em 2 de março para vingar a morte de um líder supremo. Israel respondeu com ataques contra o Líbano e ações contra o grupo. Os Houthis, também alinhados ao Irã, manifestaram solidariedade, sem ameaçar ataques aéreos de retomada até o momento.

Desdobramentos: no cenário de Gaza, ataques israelenses diminuíram no início do conflito, mas voltaram a aumentar desde então, conforme monitorado pela reportagem. A região continua marcada por intercâmbios militares e respostas militares entre várias partes envolvidas.

Fonte: Reuters.

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