- O presidente Nicusor Dan afirmou que a Romênia não sediará componentes nucleares no território no médio prazo.
- A declaração responde aos planos franceses de expandir a dissuasão nuclear e colaborar com parceiros europeus.
- Macron disse que a França ampliará seu arsenal nuclear e pode permitir que parceiros europeus hosteiem aeronaves em missões de dissuasão.
- França e Alemanha criaram um grupo diretor de dissuasão nuclear e começarão cooperação concreta neste ano; a Romênia disse ter sido convidada às negociações.
- O governo romeno reiterou que, como membro da OTAN, fica sob o guarda-chuva nuclear dos Estados Unidos, e a presença de componentes nucleares no território não está em pauta.
Romania não estabelecerá a presença de componentes nucleares em seu território no médio prazo, afirmou o presidente Nicușor Dan. A declaração reage aos planos da França de ampliar a dissuasão nuclear e de cooperação com parceiros europeus.
Segundo Dan, como Estado da OTAN, a Romênia está sob o guarda-chuva nuclear dos EUA. A proteção não implica presença de elementos nucleares no país, e manter esse tipo de hospedagem não está em discussão.
A fala foi dada durante uma coletiva em Varsóvia, após visita oficial do presidente romeno à Polônia. Dan ressaltou que o tema envolve decisões de alianças e não mudanças imediatas de posição.
Entre os desdobramentos, Paris e Berlim criaram um grupo de direção nuclear para debater dissuasão e começar cooperação concreta neste ano. Graças a esse movimento, outros países foram convidados a participar.
Na linha de notícia, Macron citou participação de países europeus em possíveis exercícios de guerra nuclear. Romênia, segundo o presidente romeno, recebeu convite para as conversas, mas não alterou sua posição.
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