Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebol_POLÍTICA_Brasileconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Mauro Vieira dialoga com chanceleres da Jordânia, Kuwait e Emirados Árabes

Brasil intensifica diálogo com chanceleres do Oriente Médio para mapear impactos da escalada e proteger brasileiros em áreas de conflito

Infográfico: Mapa dos ataques no Oriente Médio; Irã, Israel e EUA travam guerra na região — Foto: Editoria de Arte/g1
0:00
Carregando...
0:00
  • O chanceler Mauro Vieira realizou ligações para os chanceleres da Jordânia, do Kuwait e dos Emirados Árabes Unidos, atualizando o presidente Lula sobre a escalada da guerra no Oriente Médio.
  • O Itamaraty informou que o Brasil busca informações junto a parceiros da região para avaliar o cenário e proteger interesses de brasileiros em áreas de conflito.
  • Na Jordânia, foram discutidos os ataques do Irã ao território jordaniano e os possíveis cenários do conflito nos próximos dias; Vieira transmitiu solidariedade e preocupação com desdobramentos militares.
  • Com o Kuwait, foram tratados os impactos da crise para o país, a região, a economia global e a situação da comunidade brasileira naquele território.
  • Com os Emirados Árabes Unidos, a conversa abordou os desdobramentos da guerra e o fechamento do espaço aéreo; preocupa o Itamaraty a situação de brasileiros nos aeroportos de Dubai e Abu Dhabi diante das restrições de voos.

O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, realizou nesta terça-feira uma rodada de contatos telefônicos com chanceleres do Oriente Médio para tratar da escalada do conflito na região. A conversa com Ayman Safadi, ministro da Jordânia, ocorreu no período da manhã; depois, Vieira manteve diálogo com Jarrah Jaber Al-Ahmad Al-Sabah, do Kuwait, e retornou a falar com Abdullah bin Zayed Al Nahyan, chanceler dos Emirados Árabes Unidos. Em seguida, o chanceler brasileiro informou ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre as discussões.

Segundo o Itamaraty, a pauta enfocou os ataques entre EUA, Israel e Irã e os possíveis cenários para os próximos dias. A posição brasileira enfatiza a solidariedade aos países da região e a necessidade de evitar agravamento do conflito, bem como a proteção de brasileiros que estejam em áreas de risco ou em tráfego pela região.

Antes das ligações, Vieira conversou com Lula para atualizá-lo sobre a situação e confirmar as diretrizes de atuação do governo. Parte da atuação brasileira envolve coletar informações junto a parceiros para formatar uma avaliação mais precisa do cenário.

Diálogo com a Jordânia e impactos regionais

A Jordânia foi tema central do primeiro contato, com avaliação dos ataques iranianos ao território jordaniano e dos desdobramentos militares. O Itamaraty destacou que o ministro transmitiu a solidariedade brasileira e manifestou preocupação com a escalada regional.

Na conversa com o Kuwait, foram discutidos os impactos da crise para o Kuwait, para a região e para a economia global, além de tratar da situação da comunidade brasileira naquele país.

Interlocução com os Emirados e proteção a brasileiros

A ligação com os Emirados Árabes Unidos, realizada pela segunda vez, tratou dos desdobramentos da guerra e do fechamento do espaço aéreo na região. O Itamaraty ressaltou ainda a preocupação com a situação de brasileiros em Dubai e Abu Dhabi diante de restrições de voos.

Um assessor da Presidência, Celso Amorim, também manteve contato com Lula na segunda-feira para avaliar iniciativas diplomáticas brasileiras, incluindo atuação do Itamaraty e defesa de uma solução negociada para reduzir tensões.

Perspectivas e próximos passos

No momento, o governo brasileiro avalia impactos da escalada e possíveis desdobramentos diplomáticos, incluindo diálogo com os Estados Unidos. A prioridade é embasar ações com informações confiáveis junto a parceiros da região.

A diplomacia brasileira reiterou o empenho em buscar soluções negociadas e evitar agravamento do conflito, mantendo o foco na proteção de cidadãos brasileiros e na estabilidade regional.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais