- Um grupo de brasileiros permanece retido em Dubai a bordo do navio MSC Euribia, desde o sábado, 28, devido aos ataques entre os Estados Unidos, Israel e o Irã.
- O retorno marcado para o domingo, 1º, foi inviabilizado pelo fechamento do espaço aéreo na região.
- A embarcação, que recebe cerca de cinco mil passageiros, continua atracada e a situação a bordo é considerada estável, com hóspedes e tripulantes bem assistidos.
- A MSC Cruzeiros trabalha com companhias aéreas, embaixadas e o Itamaraty para monitorar rotas e planos de repatriação; o próximo cruzeiro do navio foi cancelado, com saída prevista para 7 de março.
- A Strik Turismo afirmou que todos os passageiros estão em segurança, com medicamentos repostos e atividades no navio mantidas; autoridades brasileiras acompanham o caso.
Um grupo de brasileiros está retido em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, desde o último sábado, 28. O retorno previsto para domingo, 1º de março, foi inviabilizado pelos ataques entre EUA, Israel e Irã e pelo fechamento de espaços aéreos na região.
Os viajantes integram um cruzeiro a bordo do MSC Euribia, operado pela MSC Cruzeiros. A embarcação permanece atracada em porto local, com instrução de segurança das autoridades para aguardar novos avisos. A empresa informou que a situação a bordo está sob controle e que hóspedes e tripulantes recebem assistência.
A companhia descreveu a cooperação com companhias aéreas para monitorar rotas alternativas e manter contato com embaixadas e ministérios das Relações Exteriores para planejar a repatriação. Equipes de segurança e autoridades acompanham o caso.
Devido ao conflito, o MSC Euribia teve o próximo cruzeiro cancelado. A viagem deveria partir de Dubai em 7 de março, passando por Doha e Abu Dhabi entre 8 e 11 de março. A MSC não divulgou novas datas para a temporada.
A agência de viagens Strik Turismo, responsável pelos passageiros, confirmou que todos estão em segurança a bordo e recebem suporte contínuo. A nota destaca reposição de medicamentos, alimentação adequada e atividades mantidas para o bem-estar de todos.
A Strik afirmou ainda que está em contato com o Itamaraty e com a Embaixada do Brasil nos Emirados, buscando acelerar a repatriação com segurança. O grupo aguarda instruções sobre os próximos passos para retornar ao Brasil.
Entre na conversa da comunidade