- Israel e os Estados Unidos intensificaram ataques contra o Irã, mirando instalações de comando e controle, gabinetes do governo e alvos de lançamento de mísseis; Trump disse ter rejeitado a tentativa iraniana de retomar negociações.
- Em resposta, o Irã lançou centenas de mísseis e drones contra Israel e alvos no Golfo, visando bases militares dos EUA, embaixadas e infraestrutura civil.
- O conflito deixou centenas de mortos, com a Cruz Vermelha apontando 787 óbitos no Irã, além de enormes danos a refinarias, navios petroleiros, aeroportos e hotéis; preços globais de energia subiram.
- Israel anunciou entrada de tropas no sul do Líbano para conter a Hezbollah, que declarou “guerra aberta”; no Líbano, 52 pessoas foram mortas e mais de 29 mil foram deslocadas.
- Outros desdobramentos incluem ataques a Doha, Duqm e Ras Tanura, com impactos econômicos regionais; o Estreito de Hormuz foi alvo de ataques, elevando tensões internacionais.
Israel e os EUA intensificaram ataques contra o Irã, com ondas de bombardeios atingindo instalações de comando, prédios estratégicos do governo e locais de lançamento de mísseis. A ofensiva ocorre enquanto Washington afirma ter rejeitado uma tentativa de reabrir negociações.
Em resposta, o Irã lançou centenas de mísseis e drones contra Israel e alvos no Golfo, mirando bases militares, embaixadas e infraestrutura civil. O confronto já dura quatro dias, alimentando temores de uma escalada sem fim.
Diversos incidentes aconteceram em várias frentes: Iranianos atingiram alvos no território israelense e em cidades iranianas; bases americanas na região também foram alvo de ataques com drones e mísseis. A ofensiva provocou grandes danos e mortes.
Desdobramentos na região
O conflito também atingiu infraestrutura energética e consulares. Em Riyadh, a embaixada dos EUA sofreu dano e houve alerta sobre novos ataques em Dhahran, cidade iranicamente fortemente ligada à produção de energia. Qatar, Oman e Emirados Árabes registraram incidentes com mísseis e drones.
Em uma nova frente, tropas terrestres israelenses teriam entrado no sul do Líbano para proteger civis em Israel. O grupo Hezbollah, aliado do Irã, prometeu intensificar hostilidades, aumentando o risco de combate prolongado.
Avaliação internacional e impactos
Autoridades iranianas afirmam que o Conselho de Segurança da ONU tem responsabilidade de agir para interromper a guerra, enquanto o governo iraniano mantém postura de combate aberto. Em Israel, o ministro da Defesa autorizou ações para conter ataques no sul do país.
O impacto econômico é significativo: cortes de energia e interrupções em rotas de petróleo e gás no Golfo elevaram preços globais de energia. Refino, transporte e bombeamento de hidrocarbonetos foram afetados por ações militares na região.
Situação diplomática e ambiente de combate
O presidente dos EUA destacou que não pretendia mudar o regime iraniano, mas que pretende evitar que o Irã obtenha armas nucleares ou aumente seus programas de mísseis. O governo israelense afirmou que a cooperação com Washington segue firme para conter a escalada.
A escalada também envolve países vizinhos, com ataques a alvos diplomáticos e infraestrutura crítica. As autoridades locais reforçam medidas de evacuação e segurança em cidades do Líbano, da Jordânia e dos territórios próximos.
Entre na conversa da comunidade