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Guerra EUA-Israel contra o Irã; Netanyahu diz que levará tempo

Conflito entre EUA e Israel contra o Irã pode durar meses; evacuações no Líbano sinalizam escalada e preocupação internacional no Oriente Médio

Smoke rises from the site of an Israeli airstrike that targeted the office of the Hezbollah affiliated Al-Manar TV station in Beirut, Lebanon, on Tuesday. Follow the latest news and live updates from the US and Israel war on Iran.
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  • O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu disse que a guerra entre EUA e Israel contra o Irã pode levar algum tempo, mas não anos, enquanto começou a campanha aérea contra o Irã e houve retaliação de países anfitriões de bases dos EUA no Oriente Médio.
  • O Exército de Israel emitiu ordens de evacuação para dezenas de locais no Líbano, incluindo bairros ao sul deBeirute, antes de ações militares iminentes.
  • Hizballah afirmou ter lançado drones contra o norte de Israel.
  • A embaixada dos EUA em Riade, Arábia Saudita, foi alvo de um ataque com drone, causando um incêndio; o Departamento de Estado pediu que cidadãos dos EUA deixem mais de uma dezena de países do Médio Oriente.
  • Houve dúvidas sobre o status da passagem no estreito de Ormuz após uma ameaça de um general iraniano, mas o Comando Central dos EUA disse que o estreito não está fechado.

O primeiro ataque aéreo conjunto dos EUA e de Israel contra o Irã marcou o início de uma escalada militar na região, com ações em todo o país. O objetivo declarado é desabilitar capacidades iranianas, segundo relatos da época. A ofensiva ocorreu no sábado, gerando retalições de Teerã contra bases que hospedam tropas americanas no Oriente Médio.

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que a ofensiva pode levar tempo, mas não deverá se prolongar por anos. Em entrevista, o premiê descartou a ideia de uma guerra sem fim, ressaltando que o desfecho pode ser rápido e decisivo. O tom oficial é de contenção e objetivo estratégico.

Na terça-feira, o Exército israelense divulgou ordens de evacuação para dezenas de locais no Líbano, incluindo avisos aos moradores de dois bairros ao sul de Beirute para evitar áreas vulneráveis antes de ações militares previstas. O movimento indica operação próxima em áreas vizinhas.

Desdobramentos no terreno

O Hezbollah afirmou ter lançado drones contra o norte de Israel, ampliando a espiral de hostilidades na região. Em Riyadh, a Embaixada dos EUA no reino da Arábia Saudita foi atingida por um ataque de drone, provocando incêndio e fogo no setor diplomático da cidade.

O Departamento de Estado dos EUA recomendou que cidadãos americanos deixem mais de dez países do Oriente Médio devido ao agravamento do conflito. Entre os países listados estão Bahrein, Egito, Iraque, Israel, Jordânia, Kuwait, Líbano, Omã, Catar, Arábia Saudita, Síria, Emirados Árabes e Iêmen.

Cenas de alto risco e declarações oficiais

Houve relatos de incerteza sobre a navegação no Estreito de Hormuz após uma ameaça de um general dos Guardas Revolucionários. Guerras de palavras e de ações aumentaram a percepção de riscos na região, embora autoridades militares tenham afirmado que o estreito segue aberto.

O governo dos EUA disse ter agido após tomar conhecimento de que Israel planejava atacar, buscando evitar maiores baixas entre suas forças. O secretário de Estado dos EUA afirmou que ações preventivas visavam mitigar consequências severas.

Trump indicou que os ataques a Iran podem se estender e detalhou objetivos estratégicos, incluindo a redução de capacidades militares iranianas, o enfraquecimento de sua marinha e a contenção de ações terroristas patrocinadas pelo regime. A posição foi comunicada por meio de declarações oficiais.

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