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Brasil expressa preocupação com a escalada do conflito no Oriente Médio

Brasil alerta para escalada no Golfo e aponta diálogo e direito internacional como único caminho para evitar agravamento e impactos humanitários

Shi'ite Muslim women react as they gather for a protest march, after Iran's Supreme Leader Ayatollah Ali Khamenei was killed in Israeli and U.S. strikes on Saturday, in Srinagar, Indian Kashmir March 1, 2026. REUTERS/Sharafat Ali
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  • O Brasil manifestou profunda preocupação com a escalada de hostilidades na região do Golfo, apontando grave ameaça à paz, com potenciais impactos humanitários e econômicos.
  • O governo reafirmou que o diálogo e a negociação diplomática são o único caminho viável para superar divergências e buscar uma solução duradoura, com papel central das Nações Unidas.
  • O Brasil pediu a interrupção de ações militares ofensivas e pediu respeito ao direito internacional, condenando medidas que violem a soberania de terceiros ou ampliem o conflito.
  • O país solidarizou-se com Arábia Saudita, Bahrein, Catar, Emirados Árabes Unidos, Iraque, Kuwait e Jordânia, atingidos por ataques do Irã em 28 de fevereiro, e lamentou as vidas civis, enfatizando a proteção de civis.
  • O comunicado destaca que a legítima defesa, prevista no artigo cinquenta e um da Carta das Nações Unidas, é medida excepcional, sujeita à proporcionalidade e ao nexo causal com o ataque armado.

O governo brasileiro manifestou, na noite de sábado (28), profunda preocupação com a escalada do conflito no Oriente Médio. O comunicado ressalta que o diálogo e a negociação diplomática são caminhos viáveis para superar divergências e buscar uma solução duradoura, com a ONU desempenhando papel central.

A nota ressalva a interrupção de ações militares ofensivas e apela ao respeito ao direito internacional. O Brasil condena medidas que violem a soberania de outros Estados ou ampliem o conflito, especialmente ataques contra áreas civis.

O texto enfatiza a proteção de civis, referência ao direito humanitário, e lamenta as vidas perdidas. O país expressa solidariedade às famílias das vítimas e reforça a obrigação de proteger civis em conflitos.

Posicionamento do Brasil e solidariedade regional

O governo manifesta apoio à Arábia Saudita, ao Bahrein, ao Catar, aos Emirados Árabes Unidos, ao Iraque, ao Kuwait e à Jordânia, alvo de ataques retaliatórios no dia 28 de fevereiro. O Brasil aponta que a legítima defesa é exceção e exige proporcionalidade.

Contexto internacional e atuação da comunidade

O comunicado afirma que a escalada representa ameaça à paz e à segurança internacionais, com impactos humanitários e econômicos amplos. O Brasil defende que as Nações Unidas atuem na prevenção e na resolução de conflitos, conforme a Carta das Nações Unidas.

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