- Lula planeja viagem oficial aos Estados Unidos em 16 de março para encontro com o presidente Donald Trump, com pauta de multilateralismo, democracia e combate ao crime organizado.
- A reunião foi organizada após uma ligação entre os dois líderes, e Lula afirmou que pretende ampliar o diálogo, ainda sem data definida.
- Em Seul, o presidente informou que levará comitiva técnica — PF, Receita Federal e representantes dos ministérios da Justiça, Segurança Pública e Fazenda — para discutir cooperação no enfrentamento ao crime organizado.
- Lula destacou que o Brasil busca parceria com os EUA no combate ao narcotráfico, tráfico de armas e organizações criminosas internacionais, com foco em punir grandes figuras ligadas à corrupção.
- Em Seul, também houve tentativa de reabrir negociações para derrubar barreiras sanitárias à carne brasileira e de avançar em acordo comercial entre o Mercosul e a Coreia do Sul.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva planeja viajar aos Estados Unidos no dia 16 de março para uma visita oficial ao presidente Donald Trump. O tema central da reunião será multilateralismo, democracia e combate ao crime organizado. A sessão foi organizada após uma ligação entre os dois líderes no mês anterior, ainda sem data definida.
Lula confirmou a intenção de ampliar o diálogo com Trump, destacando uma pauta brasileira de interesse estratégico e outra de interesse do liberalismo internacional. O presidente ressaltou que, como sempre, só poderá confirmar detalhes após a reunião.
A agenda externa também envolve segurança pública. O presidente costuma levar uma comitiva técnica aos EUA para discutir cooperação no combate ao crime organizado, narcotráfico e tráfico de armas. A delegação deve incluir a Polícia Federal, a Receita Federal, além de representantes dos ministérios da Justiça, Segurança Pública e da Fazenda.
No campo da cooperação, Lula defende parceria mais estreita com os EUA para enfrentar redes criminosas internacionais e corrupção. Ele enfatizou a necessidade de colocar magnatas da criminalidade na cadeia e sinalizou disposição para eventuais sacrifícios nesse objetivo.
Em Seul, antes da viagem aos EUA, Lula participou de atividades oficiais que incluíram a assinatura de acordos de cooperação bilateral. Além disso, o presidente afirmou interesse em reabrir negociações para derrubar barreiras sanitárias à carne brasileira impostas pela Coreia do Sul, medidas que perduram há 15 anos. Também houve sinalização de avanço nas tratativas para um amplo acordo comercial entre Brasil e Mercosul.
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