- O presidente Lula anunciou apoio à candidatura de Michelle Bachelet ao cargo de secretary-general da ONU; ela foi diretora-executiva da ONU Mulheres e presidente do Chile por duas vezes.
- Guterres deve deixar o cargo em 31 de dezembro de 2026.
- A candidatura de Bachelet foi apresentada formalmente pelos governos do Chile, do Brasil e do México.
- Compõem a lista de concorrentes Rebeca Grynspan (Costa Rica), Alicia Bárcena (México), Mia Mottley (Barbados) e Rafael Grossi (Argentina).
O Brasil manifestou apoio à candidatura de Michelle Bachelet à Secretaria-Geral da ONU. A decisão foi anunciada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta segunda-feira, 2, com previsão de que Antonio Guterres encerre o mandato em 31 de dezembro de 2026.
Bachelet foi diretora-executiva da ONU Mulheres e presidente do Chile em dois mandatos. Lula destacou que, como alta comissária de Direitos Humanos, ela atuou pela proteção dos vulneráveis, pelo direito a um ambiente vivo e pela voz de quem precisa ouvir.
Candidatura conjunta
O Ministério das Relações Exteriores informou que a candidatura de Bachelet foi apresentada formalmente pelos governos do Chile, do Brasil e do México. O documento ressalta a vontade de fortalecer o sistema multilateral e promover uma liderança capaz de enfrentar os desafios atuais.
Outros concorrentes
Constam na lista oficial da disputa: Rebeca Grynspan, da Costa Rica, secretária da UNCTAD; Alicia Bárcena, secretária mexicana do Meio Ambiente; Mia Mottley, primeira-ministra de Barbados; e Rafael Grossi, diretor-geral da AIEA. A decisão final depende de chancelerias e votações internas da ONU.
Entre na conversa da comunidade