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China remove restrições a parlamentares britânicos, afirma Starmer

China vai retirar restrições a parlamentares britânicos, permitindo viagem ao país, anunciou Keir Starmer durante visita à China

Britain's Prime Minister Keir Starmer visits Yuyuan Gardens in Shanghai, China, Friday, Jan. 30, 2026. Kin Cheung/Pool via REUTERS
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  • a china vai retirar as restrições impostas a um grupo de legisladores britânicos, segundo o primeiro-ministro keir starmer durante visita à china.
  • starmer disse à bbc que tratou do assunto com o presidente xi jinping, que afirmou que “as restrições não se aplicam mais”.
  • o anúncio ocorre durante a primeira viagem de um líder britânico em oito anos, com o objetivo de melhorar as relações, apesar de questões de espionagem e direitos humanos.
  • em dois mil e vinte e um, a china impôs sanções a nove britânicos, incluindo iain duncan smith, por suposta difusão de “mentiras e desinformação” sobre violações em xinjiang.
  • o governo britânico informou que não vai suspender sanções a chineses em retaliação; alguns dos parlamentares sancionados disseram que preferem manter o status a usar a medida como baldiação.

China anunciará hoje o fim das restrições impostas a parlamentares britânicos, segundo o primeiro-ministro Keir Starmer. A medida permite que os deputados viajem à China, após a visita de quatro dias do líder britânico ao país.

Starmer informou a imprensa durante a visita que havia tratado o assunto com o presidente chinês, Xi Jinping, que sinalizou que as restrições não se aplicam mais. O premiê ressaltou que o diálogo serve para explorar oportunidades e enfrentar questões sensíveis.

O governo britânico confirmou que não há reciprocidade de sanções a chineses em troca da suspensão para os parlamentares. A posição foi reiterada por assessores de Starmer. Abaixo, especialistas destacam o impacto diplomático da decisão.

Parlamentares britânicos sancionados, entre eles o ex-líder conservador Iain Duncan Smith, reagiram indicando que preferem manter o status de sanção para não servir como moeda de troca. Eles enfatizam a busca por justiça para o povo uiguro.

O grupo que recebeu as restrições, incluindo Tom Tugendhat, afirmou que não aceitará acordos que privilegiem interesses pessoais em detrimento de direitos humanos. A equipe destacou a continuidade de críticas às ações chinesas em Xinjiang.

Na prática, o anúncio de hoje ocorre uma semana após a China ter flexibilizado sanções contra membros do Parlamento Europeu. A medida reforça o movimento chinês de ajustar relações com blocos ocidentais, mantendo cautela em temas de direitos humanos e espionagem.

Fonte: relatos da Reuters.

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