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Cuba confirma a morte de 32 militares da ilha no ataque contra a Venezuela

Cuba confirma a morte de 32 militares, integrantes do primeiro anel de segurança de Nicolás Maduro, em ataque militar dos Estados Unidos a Venezuela

Afectaciones por el ataque de Estados Unidos a Venezuela, el 4 de junio.
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  • Cuba confirma a morte de 32 militares que faziam parte do anel de segurança de Nicolás Maduro durante a intervenção militar dos EUA na madrugada de 3 de janeiro de 2026.
  • Os militares atuavam em representação das Forças Armadas Revolucionárias e do Ministério do Interior, a pedido de órgãos homólogos da Venezuela.
  • O governo cubano publicou nota de condolência; o presidente Raúl Castro expressou pesar às famílias, e o presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, decretou dois dias de duelo nacional.
  • Maduro remodelou o aparato de segurança após as eleições de 28 de julho de 2024, com o general Javier José Marcano Tabata assumindo a direção da segurança presidencial.
  • Sobre as vítimas venezuelanas e civis, o governo venezuelano não forneceu números; o ministro da Defesa, Vladimir Padrino, disse que buscava um balanço, enquanto fontes não oficiais citam até 80 mortos (informação do New York Times).

Duas informações oficiais chegaram quase dois dias após o ataque: Cuba confirmou a morte de 32 militares que integravam o anel de segurança do presidente Nicolás Maduro durante a operação de captura realizada pelos Estados Unidos, na madrugada de 3 de janeiro de 2026. O governo cubano divulgou uma nota de condolências pelas perdas.

Segundo o Ministério do Interior de Cuba, os 32 cubanos morreram em ações combativas ou em decorrência dos bombardeios às instalações, ao cumprirem missões em representação das Forças Armadas Revolucionárias e do Ministério do Interior, a pedido de órgãos homólogos da Venezuela. O comunicado não detalha identidades.

O presidente cubano Miguel Díaz-Canel decretou dois dias de luto nacional e expressou consternação pelas mortes. O texto oficial destaca que os compatriotas cumpriram seu dever com dignidade e heroísmo, em combate direto contra os atacantes ou durante os bombardeios.

Vítimas cubanas já foram reconhecidas

O governo cubano confirmou que os militares faziam parte do primeiro anel de proteção de Maduro, conhecido como Guarda de Honor Presidencial, e que a atuação ocorreu na manhã da intervenção.

O presidente venezuelano e a gestão de Caracas não divulgaram números oficiais sobre baixas entre civis e militares, com informações conflitantes sendo veiculadas por veículos locais e internacionais. O ministro da Defesa venezuelano, Vladimir Padrino, afirmou estar reunindo dados, sem ainda apresentar um balanço.

Relatos de imprensa indicam que O ataque resultou em múltiplas mortes em Caracas e nos estados da La Guaira, Miranda e Aragua, com variações nas estimativas oficiais e não oficiais sobre o total de vítimas. A divulgação de detalhes oficiais sobre as baixas venezuelas permanece limitada.

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