- O Ministério das Relações Exteriores da China pediu aos EUA a libertação imediata do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa, que estão sob custódia em uma prisão federal no Brooklyn, Nova York, após serem capturados em Caracas no dia anterior.
- A China acusa os EUA de violar o direito internacional, normas das relações internacionais e a Carta das Nações Unidas.
- O governo chinês exige garantias de segurança para Maduro e sua esposa e que a crise seja resolvida por meio do diálogo e da negociação.
- A China já condenou anteriormente o uso da força dos EUA contra Maduro, afirmando estar profundamente chocado com a ação.
- O Conselho de Segurança das Nações Unidas deve realizar reunião amanhã para discutir a situação na Venezuela.
O governo da China pediu hoje a libertação imediata do presidente venezuelano Nicolás Maduro e de sua esposa, detidos em Caracas e mantidos sob custódia em uma prisão federal no Brooklyn, Nova York. Pequim também solicitou garantias de segurança e a resolução do caso por meio do diálogo, informando que registrará a situação no Conselho de Segurança da ONU, com nova reunião prevista.
Segundo o Ministério das Relações Exteriores chinês, a ação dos EUA violou o direito internacional e as normas das relações entre Estados, além dos princípios da Carta da ONU. O governo chinês reiterou que não reconhece a legitimidade de ações que visem derrubar governos de outros países, defendendo a proteção de cidadãos e instituições.
Além das críticas, a China sinalizou que o tema será discutido no âmbito internacional. O Conselho de Segurança da ONU deve se reunir amanhã para tratar da situação na Venezuela, conforme anunciado pelo corpo diplomático chinês e pela agenda do órgão.
Reação internacional e próximos passos
O posicionamento chinês é visto como parte da parceria estratégica com a Venezuela, que envolve cooperação política e econômica. Não houve confirmação de participação de outras nações, mas o tema permanece sob escrutínio internacional.
Analistas ressaltam que o pedido de libertação e a defesa do diálogo refletem uma postura de canal diplomático para a crise. A investigação e as declarações oficiais serão acompanhadas por equipes da ONU e por governos de diversos blocos internacionais.
O governo venezuelano não confirmou detalhes sobre o andamento do caso nem sobre as condições de detenção, mantendo o foco na defesa da soberania do país. A data de a todo momento evolui conforme desdobramentos diplomáticos e judiciais.
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