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Consórcio liderado pela Zetta vence leilão de R$6 bi para novo centro de SP

Consórcio liderado pela Zetta vence leilão de PPP de R$ 6 bi para o Novo Centro Administrativo de SP, com desconto de 9,62% e entrega prevista para 2030

Prédio da Prefeitura de São Paulo - O Edifício Matarazzo, localizado no Viaduto do Chá, no centro histórico
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  • O consórcio MEZ-RZK Novo Centro, liderado pela Zetta Infraestrutura, venceu o leilão para construção e gestão do Novo Centro Administrativo, nos Campos Elíseos, em São Paulo, com investimento de 6 bilhões de reais.
  • O contrato foi fechado com desconto de 9,62% na contraprestação mensal, que passa de 76,6 milhões para cerca de 69,2 milhões.
  • O projeto prevê concentrar 22 mil funcionários públicos em um complexo de sete prédios, com aporte de 3,4 bilhões do governo estadual e 2,6 bilhões do consórcio.
  • O pacote inclui fachadas ativas com 25 mil metros quadrados de comércio, restauração de 17 edifícios tombados e a remoção do Terminal Princesa Isabel, substituído por uma estrutura ao lado da Estação da Luz.
  • A entrega está prevista para 2030, com expectativa de valorizar o centro histórico da capital.

O consórcio MEZ-RZK Novo Centro, liderado pela Zetta Infraestrutura, venceu o leilão para a construção e gestão do Novo Centro Administrativo, em São Paulo. O projeto envolve a criação de um novo polo de funcionamento público no centro da cidade, com foco na requalificação urbana.

A parceria público-privada tem investimento total estimado em 6 bilhões de reais. A participação do governo estadual ficou em 3,4 bilhões de reais, enquanto o consórcio liderado pela Zetta ficará com 2,6 bilhões, num acordo que reduziu a contraprestação mensal em 9,62%.

A vencedora conta com as empresas M4 Investimentos, Engemat, RZK Empreendimentos e Iron Property. A proposta prevê a concentração de 22 mil funcionários em um complexo de 7 edifícios, atualmente distribuídos em 40 imóveis na região central.

O projeto inclui fachadas ativas com 25 mil metros quadrados de uso comercial e de serviços no térreo, além da restauração de 17 edifícios tombados ao entorno. Também envolve mobilidade, com a remoção do Terminal Princesa Isabel e a construção de uma nova estrutura próxima à Estação da Luz.

Para o setor imobiliário, o arranjo é visto como catalisador de valorização da área, historicamente negligenciada. A expectativa é de que as obras sejam concluídas e o funcionamento inicie em 2030.

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