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Compradores britânicos enfrentam pior acessibilidade de hipotecas desde 2008

Conforme dados da UK Finance, o custo de hipotecas consome 21.3% da renda bruta, maior desde 2008, com Londres e arredores entre as áreas menos acessíveis

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  • Compradores de imóveis no Reino Unido enfrentam a pior relação entre prestações de hipoteca e renda desde 2008, segundo dados de 2025.
  • As prestações iniciais de hipoteca somam, em média, 21,3% da renda bruta, o maior nível desde 2008.
  • As áreas menos acessíveis concentram-se no cinturão de Londres; Norfolk do norte e Hillingdon são as menos acessíveis, com 25,7% e 25,1% da renda, respectivamente.
  • No conjunto, sete das dez áreas mais acessíveis ficam na Escócia; East Ayrshire e Inverclyde aparecem no topo, com 17% da renda destinada às prestações iniciais.
  • O City de Londres aparece entre as três áreas mais acessíveis por esse critério, explicado pela alta renda dos compradores; 723 mil hipotecas foram aprovadas em 2025, alta de 17% em relação a 2024.

O custo de financiamento imobiliário no Reino Unido atingiu o nível mais alto desde 2008, segundo dados da UK Finance. Em média, as primeiras parcelas de hipoteca representam 21,3% da renda bruta dos compradores, indicando pressão significativa sobre o orçamento familiar.

A partir da análise referente a 2025, a agência aponta variações regionais relevantes. A pressão é maior em áreas do entorno de Londres e no nordeste da Inglaterra, com diferenças importantes entre regiões urbanas e rurais.

Regiões com menor acessibilidade

As áreas mais caras, ao medir o pagamento de hipoteca em relação à renda, ficam no nordeste de Norfolk e no conselho do oeste de Londres, Hillingdon, onde as parcelas superam 25% da renda bruta.

Na prática, a maioria das dez zonas mais onerosas está na faixa de cinturão de passageiros de Londres, incluindo Luton, Slough, Broxbourne e Harlow, com parcelas entre 24,2% e 24,9%.

Situação na Escócia e peculiaridade da City

Sete das dez áreas mais acessíveis ficam na Escócia, lideradas por East Ayrshire e Inverclyde, com cerca de 17% da renda comprometida com as primeiras parcelas. A City of London surge como a terceira mais acessível, segundo a análise, pela elevada renda média dos compradores.

A explicação oficial aponta um viés do levantamento, já que a City abriga muitos profissionais de alta renda que conseguem arcar com compras na área predominantemente financeira.

Contexto de 2025 e impacto de políticas

James Tatch, responsável pela análise, aponta que as dificuldades de compra são fruto de preços elevados, salários variados e demografia regional. Apesar da pressão, 2025 registrou 723 mil financiamentos para aquisição de imóveis, alta de 17% frente a 2024.

O estudo ressalva que os dados não refletem ainda o impacto econômico da crise gerada pela guerra no Irã, que, posteriormente, elevou o custo de empréstimos e pode alterar o cenário de julho em diante.

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