- Pelo menos 24 pessoas morreram em ataques russos a Kyiv, entre elas três crianças, segundo o presidente Volodymyr Zelenskyy.
- Zelenskyy afirmou que um míssil quase demoliu uma seção inteira de um prédio durante o ataque e fez visita ao local.
- O ministério das Relações Exteriores da Ucrânia chamou o ataque de um dos mais mortíferos desde o início da guerra.
- Moscou e Kiev teriam trocado 205 prisioneiros de guerra cada, primeira parte de uma troca de 1.000 por 1.000.
- Sexta-feira, 15 de maio de 2026, atualizações do Europe Live.
A defesa de Kiev recebeu mais um ataque russo nesta sexta-feira, com saldo de ao menos 24 mortos, entre eles três crianças. A informação foi divulgada pelo presidente Volodymyr Zelenskyy após o ataque na capital ucraniana, registrado na noite de quinta-feira. O número ainda depende de confirmações das equipes de resgate.
A agência de segurança estatal de Ucrânia informou que um trecho inteiro de um edifício foi demolido por um míssil, durante a ofensiva. O governo ucraniano descreveu o ataque como um dos mais letais desde o início da guerra, ressaltando a gravidade das perdas civis.
Pelo menos 24 mortos e dezenas de feridos foram contabilizados após a noite de buscas, que continuou nas primeiras horas de hoje. Zelenskyy pediu apoio internacional e afirmou que é essencial manter a pressão para evitar que criminosas ações como essa se disseminem.
Paralelamente, foi anunciada uma troca de prisioneiros entre Rússia e Ucrânia: 205 combatentes de cada lado foram trocados, com a primeira etapa de um acordo que prevê 1.000 por 1.000.
Troca de prisioneiros e desdobramentos
A operação de troca foi anunciada pelo governo ucraniano como parte de um acordo maior para liberar mais 795 prisioneiros. A Rússia confirmou a troca, sem detalhar as condições de cumprimento ou os protocolos de verificação.
Segundo autoridades, as negociações continuam em vias diplomáticas, com o objetivo de reduzir tensões e evitar novos confrontos generalizados. O ritmo das conversas e as garantias de segurança permanecem em pauta de análise internacional.
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