- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou em encontro com Xi Jinping que ambos têm visão “ muito similar” sobre como encerrar o conflito no Oriente Médio e desejam abrir o estreito de Ormuz.
- Um porta-voz da Embaixada da China pediu que o estreito de Ormuz seja reaberto “quanto antes” e reforçou a importância do diálogo com a República Islâmica do Irã.
- Em Washington, representantes de Israel e do Líbano voltarão a se reunir nesta sexta-feira, após uma primeira rodada de negociações considerada “produtiva” pelos Estados Unidos, mediadores do processo.
- Trump indicou que Xi disse que a China não enviará armamento à República Islâmica do Irã e que está disposto a ajudar nesse objetivo.
- Ainda nesta sexta, ocorrem a segunda reunião entre Trump e Xi Jinping e, ao longo do dia, a terceira rodada de negociações em Washington para um cessar-fogo entre Israel e Líbano.
Donald Trump, em visita oficial à China, afirmou nesta sexta-feira que China e EUA compartilham uma visão muito parecida sobre o fim do conflito no Oriente Médio. Segundo ele, há consenso para encerrar a guerra, evitar o armamento nuclear iraniano e abrir o estreito de Ormuz.
Um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China pediu, em comunicado, que o estreito de Ormuz seja reaberto o quanto antes e que o diálogo com o Irã permaneça aberto. A declaração foi publicada após o encontro entre Trump e o presidente chinês, Xi Jinping.
A agenda desta sexta também inclui a continuidade de negociações em Washington para um cessar-fogo entre Israel e Líbano, com a mediação dos EUA, que classificaram o primeiro dia de debates como produtivo. Um segundo encontro entre Trump e Xi está programado para hoje.
Diálogo regional em Washington
Israel e Líbano voltam a se reunir na capital norte-americana, na sequência da primeira rodada de negociações mediadas pelos EUA. Os responsáveis pelo encontro buscarão avanços para reduzir as tensões na região e evitar escaladas militares, segundo relatos oficiais.
Avanços esperados na diplomacia
As partes seguem, ainda, discutindo garantias de segurança regional e mecanismos de verificação para eventuais acordos. As negociações ocorrem em meio a uma conjuntura de tensões no Oriente Médio e interesses de estabilidade regional.
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