- Simone Tebet afirma que o presidente Lula se recusou a assinar decreto que instituiu a Estratégia Brasil 2050, planejamento de 25 anos.
- A proposta dizia ter ouvido 130 entidades e mais de 5 mil pessoas; Tebet disse que percorreu todas as capitais.
- Lula não assinou o decreto alegando desconforto com o último ano de governo, por ser ano eleitoral.
- A Estratégia Brasil 2050 foi entregue em outubro de 2025 pela secretária nacional de Planejamento, Virgínia de Ângelis, após trabalhos iniciados em 2024, estruturada em três eixos.
- O governo informou que o processo gerou 136 documentos; Tebet é aliada de Lula e disputará o Senado por São Paulo, com candidatura adicional ainda em definição entre Marina Silva e Márcio França.
A ex-ministra do Planejamento Simone Tebet revelou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se recusou a assinar um decreto que instituiria o Estratégia Brasil 2050. O plano é de longo prazo e previa metas para 25 anos.
De acordo com Tebet, o governo ouviu 130 entidades e mais de 5 mil pessoas, após visitas a capitais e consultas em diversos setores. Virgínia de Ângelis, então secretária de Planejamento, entregou o documento à ex-ministra em outubro de 2025.
O anúncio do governo apontava o Estratégia Brasil 2050 como o primeiro instrumento de planejamento participativo de longo prazo. O Ministério do Planejamento complementou, citando a participação de órgãos como Esportes e BNDES.
O plano foi estruturado em três eixos: desenvolvimento social e direitos, desenvolvimento econômico com sustentabilidade climática, e fortalecimento institucional, soberania e capacidades estatais. No total, foram criados 136 documentos a serem consolidados.
Tebet segue como aliada de Lula e pretende disputar o Senado por São Paulo. O segundo nome da lista permanece em aberto, com possibilidades entre Marina Silva e Márcio França.
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