- O ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, foi banido das urnas pelo TSE por pendurar cabos eleitorais fantasmas na folha de pagamento do estado.
- A Polícia Federal fez nova busca e apreensão envolvendo Castro, no âmbito do escândalo conhecido como Master, a pedido do ministro André Mendonça.
- A Rioprevidência gastou três bilhões de reais em letras financeiras vinculadas ao falecido banco de Daniel Vorcaro, gerido por aliados de Antônio Rueda.
- O caso Master é apresentado pela publicação como mantendo a sua atuação vinculada ao entorno bolsonarista.
- O texto questiona a relação entre verbas da previdência e o suposto uso de dinheiro público, contrapondo declarações sobre investimentos no projeto Dark Horse.
O que aconteceu: a Polícia Federal deflagrou nova etapa da investigação sobre o caso Master, com busca e apreensão relacionada ao ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro. A ação decorre de apurações sobre direcionamento de verbas de previdência para o que ficou conhecido como Master.
Quem está envolvido: além de Castro, a PF envolve representantes de entidades ligadas ao sistema público de previdência e apadrinhados na gestão de recursos. O ministro do Supremo Tribunal Federal André Mendonça autorizou os mandados.
Quando e onde: a operação ocorreu na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, e foi executada nesta semana. Em atuação paralela, Castro já tinha sido alvo de outras investigações públicas.
Por que ocorreu: a ação investiga suposto favorecimento de empresas ligadas a grupos políticos e o uso de investimentos de previdência para terceiros, envolvendo bilhões de reais. A apuração também trata de ligações com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e o grupo ligado a Antônio Rueda.
Contexto: o episódio faz parte de uma sequência de procedimentos que já envolveram a Polícia Federal e decisões do TSE, relacionadas a acusações de uso de cabos eleitorais e de possíveis irregularidades em aplicações de recursos públicos.
Rioprevidência e vulto financeiro: a instituição já foi citada por ter aplicado cerca de R$ 3 bilhões em letras financeiras associadas ao agora falecido banco de Vorcaro. A gestão é ligada a apadrinhados de lideranças locais.
Impacto político: a operação mantém o caso no centro de discussões sobre o uso de verbas públicas e a relação entre autoridades e o bolsonarismo, conforme as informações oficiais divulgadas pela PF e pelo judiciário.
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