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Funcionários do conselho, apelidados de “Pink Ops”, teriam favorecido amigos

Icac investiga supostos favorecimentos e vigilância entre funcionários do conselho de Parramatta, ligados ao grupo “Pink Ops”

Parramatta’s CBD. Icac is investigating the conduct of councillors.
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  • A Comissão Independente contra Corrupção de Nova Gales do Sul (Icac) iniciou as audiências públicas sobre alegações envolvendo a antiga chefe executiva do conselho de Parramatta, Gail Connolly, e outras funcionárias, Roxanne Thornton e Angela Jones-Blayney, além de funcionários.
  • A Icac investiga se o grupo, que se autodenomina “Pink Ops” (ou “Pink Ladies”), tentou subverter processos de recrutamento e promoção para beneficiar amigas próximas.
  • A apuração aponta possível vigilância eletrônica direcionada e retaliações contra funcionários, inclusive demissões, durante o mandato de Connolly.
  • Questionamentos centram-se em recrutamentos após a nomeação de Connolly, incluindo a suposta retirada de exigências formais de qualificação e a nomeação de Thornton para cargos de confiança em Parramatta, com possíveis vínculos pessoais entre as duas.
  • A Icac também apura se Connolly ajudou na nomeação de uma sobrinha para um cargo executivo no conselho e se houve uso indevido de recursos públicos para facilitar saídas de funcionários, com quatro semanas de sessões públicas previstas.

A auditoria de corrupção de NSW investiga se três amigas poderosas no Parramatta e seus laços com uma rede interna subverteram processos de recrutamento e promoção para favorecer pessoas próximas. A comissão Icac realiza a primeira audiência pública sobre o caso envolvendo ex-CEO Gail Connolly e as funcionárias Roxanne Thornton e Angela Jones-Blayney.

A investigação aponta que o grupo, que se autodenomina Pink Ops, atuava também em Ryde council, sob nomes como Pink Ladies ou Pink Ops. A rede mantinha contato constante por meio de mensagens e participava de eventos sociais, o que pode ter influenciado decisões no Parramatta.

A Icac analisa se Connolly e outros membros realizaram vigilância eletrônica direcionada e medidas de reprisa contra colegas, incluindo demissões. Connolly assumiu a prefeitura em março de 2023 e há alegações de tentativas de reverter sua nomeação por meio de uma rescission motion.

A depender das evidências, pode haver um objetivo mais amplo de criar vagas alinhadas a Connolly e às funcionárias Thornton e Jones-Blayney, que teriam demonstrado lealdade à CEO. A apuração também foca em recrutamentos de Thornton e Jones-Blayney após a nomeação de Connolly.

A testemunha afirmou que o uso de contas de email pessoais e a ausência de registro por escrito poderiam dificultar pedidos de acesso à informação. A relação entre Connolly e Thornton também envolveu uma conta conjunta em redes sociais para comentar temas do conselho.

A promotora concluiu que houve alterações em cargos-chave, inclusive abrindo mão de exigências como a necessidade de diploma de direito para o cargo de chief governance officer. A apuração investigará se isso ocorreu para favorecer futuras nomeações.

Parramatta anunciou a demissão de Connolly em outubro do ano passado, após controvérsias sobre gastos de pessoal. Thornton e Jones-Blayney permanecem sob avaliação, com o Icac comprometido a esclarecer o desdobramento das reformas administrativas.

O Icac deve realizar quatro semanas de audiências públicas, sob a condução do comissário John Hatzistergos. A cobertura destaca que o Conselho de Parramatta já enfrentou críticas envolvendo gastos com demissões de funcionários na faixa de milhões de dólares.

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