- Campanha lança coleta para comprar a casa em Southwell, Nottinghamshire, onde fica a mãe da maçã Bramley, para transformar o local em centro de preservação.
- A árvore original foi plantada no início do século XIX por Mary Ann Brailsford, sendo a origem de toda a Bramley consumida hoje.
- A casa pertence à Nottingham Trent University e está à venda; a árvore tem sido cuidada pela universidade desde 2018.
- O movimento busca levantar £250 mil para a compra e criação do centro, com apoio de Cerys Matthews e de Celia Stevens.
- A Bramley é conhecida mundialmente, já foi clonada e plantações ainda existem no mundo todo, com destaque para a relevância histórica e culinária.
A campanha busca salvar para a nação a árvore-mãe da maçã Bramley, uma das mais populares para cozinhar. A leitura da história remonta a um viveiro de Southwell, em Nottinghamshire, onde a árvore original está à venda junto com a casa. A ideia é transformar o local em um centro de patrimônio.
A árvore, plantada no início do século XIX a partir de uma semente por Mary Ann Brailsford, tornou-se fonte de toda maçã Bramley já consumida. Ela foi reconhecida como uma das 50 árvores históricas mais importantes da Grã-Bretanha, mas não tem proteção legal.
Nottingham Trent University é proprietária da casa e da árvore desde 2018, mantendo a árvore apoiada pela instituição. A campanha pretende arrecadar 250 mil libras para a compra do imóvel e criar um centro de visitação pública.
Campanha e objetivos
O movimento conta com o apoio de personalidades como a músico Cerys Matthews e Celia Stevens, bisneta de Henry Merryweather, quem inicialmente identificou o potencial da maçã. O projeto prevê que o espaço acolha turistas e entusiastas da Bramley.
A Bramley foi lançada ao mercado em 1876 e ganhou o nome do proprietário da casa e da árvore, Matthew Bramley. A fruta era cultivada a partir de enxertos do exemplar original e ganhou fama de maçã de cozinha disponível o ano todo.
A árvore resistiu a fungos honey e continua frutífera, com novos brotos vigorosos apesar de galhos mortos. Stevens destaca a importância histórica e culinária da árvore para o país, ressaltando que a Bramley é uma referência mundial.
A ideia é que o local, além de preservar a árvore, sirva como centro educativo sobre horticultura histórica. Um empreender local deve gerir a acomodação para visitantes e fãs da Bramley, fortalecendo o turismo na região.
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