- Frieze New York chega à 15ª edição, de 13 a 17 de maio, reunindo 68 galerias de mais de 25 países no Shed, com 57 no painel principal e 11 em Focus.
- Quase metade dos participantes tem sede em Nova York.
- Participantes de estreia incluem Europa, Sargent’s Daughters, Soft Opening, Ulrik e W-galería, com 14 galerias da América Latina.
- Campeche, galeria do México City, estreia em Focus apresentando Abraham González Pacheco e obras que dialogam com tequitqui.
- Isla Flotante, de Buenos Aires com espaço em São Paulo, apresenta Rosario Zorraquín; Central, de São Paulo, exibe Bruno Cançado; a participação brasileira se ampliou, e fatores externos seguem influenciando o mercado, com sinais de resiliência observados em Frieze Los Angeles.
Frieze New York chega à 15ª edição com alcance internacional ampliado. De 13 a 17 de maio, a feira reúne 68 galerias de mais de 25 países. O evento ocorre no Shed, com 57 expositores no segmento principal e 11 na seção Focus, voltada a galerias com 12 anos ou menos de atuação.
Ao longo desta edição, há incremento expressivo de participação latino-americana, com 14 galerias da região. A presença de galerias brasileiras, já tradicional, se amplia para além do que foi registrado em anos anteriores.
Entre os estreantes, está a Campeche, galeria jovem de Cidade do México, participando no Focus. A mostra prevista traz desenhos em grafite de Abraham González Pacheco e obras em concreto. A curadoria aposta em projetos ambiciosos de artistas emergentes.
Outra novidade é Isla Flotante, de Buenos Aires, com segunda unidade em São Paulo. A apresentação foca Rosario Zorraquín, artista argentina radicada em Nova York, cuja prática trabalha percepção através de composições com tecidos translúcidos que mudam conforme a luz e o movimento.
A galeria Central, de São Paulo, exibe esculturas de Bruno Cançado, que combinam materiais orgânicos com elementos industriais. O conjunto propõe uma leitura sobre a relação entre natureza e construção.
Christine Messineo, diretora de feiras da Frieze para as Américas, destaca a evolução da feira e o aumento da internacionalização. Ela aponta que o Brasil e a América Latina têm ganhado espaço significativo, sinal de fluxos de mercados globais.
Mesmo com a volatilidade econômica global, a diretora afirma que a experiência recente em Frieze Los Angeles indica resiliência do mercado de arte. Variáveis externas, como instabilidade geopolítica e oscilações de preços, continuam a influenciar o setor.
A organização não divulga previsões de desempenho, mas enfatiza a presença de grandes redes e colecionadores atentos a propostas ousadas. O objetivo é manter o evento como ponto de encontro para novidades e repertórios internacionais.
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