- A Tate Britain apresenta, em antecipação, o novo jardim que será instalado no Chelsea Flower Show de 2026, com obras do acervo da instituição, incluindo a escultura Bicentric Form, de Barbara Hepworth (1949).
- O jardim funciona como “provaprado” da Clore Garden, projeto de Tom Stuart-Smith com inauguração prevista para 2027; após o evento, o espaço será transferido para o Tate Britain, em Millbank.
- O centro do jardim traz Bicentric Form e aposta em texturas e formas ousadas para dialogar com a pedra escura da obra; o diretor da Tate, Alex Farquharson, enfatiza que o conjunto reconfigurará a entrada do prédio.
- O projeto prioriza materiais reciclados: pedra existente na área de Millbank foi reaproveitada como pavimento, e um banco central foi moldado com materiais reaproveitados, incluindo cascalho de conchas do estuário do Tâmise.
- O gráfico de financiamento é conduzido principalmente pela Clore Duffield Foundation, a Julia Rausing Trust e a Project Giving Back; o Chelsea também apresentará, em paralelo, a mostra gratuita Living Gardens, a partir de 15 de junho.
O Tate Britain apresenta, na Chelsea Flower Show, uma prévia do seu novo jardim, que contará com obras-chave da coleção. A mostra integra o calendário do evento em west London e antecipa a futura transformação do espaço público da Tate Britain.
Intitulada The Tate Britain Garden, a instalação funciona como “amostra” do Clore Garden, previsto para ficar pronto em 2027. Após a mostra, o jardim será transferido para o Millbank, onde a Tate Britannia pretende ampliar o contato entre arquitetura, arte e botânica.
Detalhes da exibição
No centro do jardim está Bicentric Form, de Barbara Hepworth, criada em 1949 e primeira obra da artista adquirida pela Tate. O design é assinado por Tom Stuart-Smith, buscando contrastar texturas e formas com a pedra escura da obra.
Perspectivas e infraestrutura
O diretor da Tate Britain, Alex Farquharson, descreve uma evolução que liga o legado moderno clássico à contemporaneidade, com diálogo entre plantas. O acesso pela entrada de Millbank deverá sofrer alterações estruturais nos próximos meses.
A escolha de plantas privilegia espécies que prosperam no clima de Londres, incluindo figos mediterrâneos e folhagem como Schefflera shweliensis. Uma lagoa de vida silvestre também integra o projeto, reforçando a biodiversidade da área.
Sustentabilidade e reaproveitamento
Elementos reciclados são pontos fortes: pedra existente no local foi reaproveitada como pavimento e um banco central é moldado com materiais reutilizados, incluindo pavimentação da Tate Britain e conchas locais.
Financiamento e próximos passos
A gestão da Tate indica que a obra é viabilizada principalmente por Clore Duffield Foundation, Julia Rausing Trust e Project Giving Back. Enquanto isso, a Tate expõe Living Gardens, de 15 de junho por um ano, com obras que dialogam com horticultura e arte.
Fonte: The Art Newspaper, The Times.
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