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Pastor recebe moção de apoio da Câmara após pregação criticada por vereadores

Câmara aprova moção de solidariedade ao pastor Edilson de Lira Vasconcelos Filho após críticas de vereadores sobre pregação na Ilha do Massangano

Pastor recebe moção de apoio da Câmara após ter pregação atacada por vereadores
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  • A Câmara Municipal de Petrolina aprovou, no dia 26 de fevereiro, moção de solidariedade ao pastor Edilson de Lira Vasconcelos Filho, líder da igreja Verbo da Vida, após críticas recebidas por uma pregação sobre projeto evangelístico na Ilha do Massangano.
  • Durante o culto, Edilson anunciou a expansão das atividades da igreja para a Ilha do Massangano e citou Romanos cinco, vinte, em uma analogia sobre graça na região.
  • Os vereadores Gilmar Santos e Maria Helena questionaram a fala, apontando possível ataque à dignidade de moradores e questionando motivações do trabalho social da igreja.
  • A moção foi aprovada com dois abstenções e um voto contrário; o pastor afirmou que houve distorção de sua fala e disse que a Câmara corrigiu uma injustiça.
  • Edilson defendeu a liberdade religiosa e afirmou que evangélicos têm direito de se posicionar na sociedade, chamando para ações de transformação social em Petrolina.

O pastor Edilson de Lira Vasconcelos Filho, líder da igreja Verbo da Vida em Petrolina (PE), gerou comoção na Câmara Municipal após citar, durante culto, a expansão de atividades religiosas para a Ilha do Massangano. O episódio foi alvo de críticas de vereadores e de questionamentos sobre o trabalho social da igreja, resultando na aprovação de uma moção de solidariedade ao religioso.

A discussão ocorreu na Câmara, com intervenções de vereadores que contestaram o tom da pregação e o conteúdo social apresentado pela igreja. Um ofício de cunho municipal foi utilizado para respaldar a moção de apoio ao pastor, que também é médico e presidente da ONG Movimento, ligada a ações de transformação social no Vale do São Francisco. A sessão tratou da relação entre atuação religiosa e espaço público.

Moção de Solidariedade

No dia 26 de fevereiro, a Câmara aprovou a moção de solidariedade ao pastor Edilson, em clara maioria de votos, com uma pequena oposição e algumas abstenções. Edilson informou por meio de vídeos nas redes sociais que a decisão corrigiu o que considerou distorção de sua fala durante o culto e alegou jamais ter ofendido a comunidade da Ilha do Massangano.

O pastor afirmou que não buscava protagonismo, destacando que a Câmara reconheceu seu direito de expressão e defesa, semelhante a episódios históricos em que líderes buscaram reparação pública. Ele reforçou a ideia de que evangélicos devem ter voz na sociedade e na política, mantendo respeito a outras religiões e opiniões.

Contexto e proposições

Edilson convidou autoridades locais a se unirem em prol de ações sociais voltadas à Ilha do Massangano, defendendo propostas para promover o bem comum e reduzir desigualdades na região. A defesa da liberdade religiosa foi apresentada como parte de um direito cívico, sem excluir o diálogo com diferentes comunidades e instituições locais.

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