Cirlene, uma jovem indígena de 19 anos do Amazonas, se tornou missionária após ser tocada por missionários em sua comunidade. A Primeira Igreja Batista em Jutaí, onde ela vive, estava prestes a fechar por falta de líderes, e a população orava pedindo ajuda. Graças a essas orações, missionários chegaram e a igreja não fechou. Cirlene e sua família foram impactadas pelo trabalho deles, o que a levou a conhecer o Projeto Amazônia. Ela se apaixonou pela ideia de evangelizar na própria região e agora atua na comunidade do Livramento, ajudando outros indígenas e formando novos cristãos. O Projeto Amazônia busca espalhar o Evangelho e criar discípulos. Cirlene expressou sua gratidão por aqueles que se dispuseram a ir a lugares remotos e convidou outros jovens a se juntarem à missão.
Cirlene, uma jovem indígena do Amazonas, tornou-se missionária da Junta de Missões Nacionais após ser impactada por missionários em sua comunidade. A Primeira Igreja Batista em Jutaí, onde ela reside, enfrentava o risco de fechamento devido à falta de líderes, levando a população a orar por ajuda. “A gente orava para que o Senhor enviasse alguém para tomar a frente do trabalho”, afirmou Cirlene.
Graças a essas orações, missionários foram enviados e a igreja não fechou. Cirlene e sua família foram alcançadas pelo trabalho evangelístico, o que a levou a conhecer o Projeto Amazônia. “Fiquei apaixonada por esse projeto e entendi que o meu campo missionário era aqui na Amazônia”, declarou a missionária.
Atualmente, Cirlene atua na comunidade do Livramento, evangelizando outros indígenas e capacitando cristãos. O objetivo do Projeto Amazônia é disseminar o Evangelho e multiplicar discípulos na região. “A Cirlene foi transformada para transformar e é a prova viva de como o trabalho missionário funciona”, destacou a organização Radical Brasil.
Cirlene expressou sua gratidão por aqueles que se dispuseram a ir a lugares remotos e incentivou outros jovens a se juntarem à missão. “E você, jovem, que tem o desejo de fazer parte disso também e quer ser missionário, vem para a Amazônia”, concluiu.
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