- A Dior apresentou em Los Angeles, no LACMA, sua primeira coleção cruise assinada por Jonathan Anderson, conectando passado e presente da marca com o cinema.
- O tema celebra a relação histórica entre o fundador Christian Dior e Hollywood, destacando o cinema como inspiração central.
- O desfile contou com referências ao noir, incluindo casaco de flanela que imita a luz atravessando persianas.
- As bolsas homenageiam criações anteriores, com releituras da Cadillac Bag e uma citação a design de Marc Bohan; há também uma bolsa bege amplamente cortada em referência a outra era da casa.
- Ed Ruscha colaborou com estampas e intervenções, enquanto Philip Treacy assinalou adereços de cabeça dramáticos, compondo looks com fluididez e silhuetas amplas, mantendo o DNA da Bar Jacket em novas versões.
Luzes, câmera e Dior. A casa apresentou sua primeira coleção resort sob o comando de Jonathan Anderson, no LACMA, em Los Angeles. O desfile destacou uma homenagem ao cinema e à história da marca, conectando passado e presente.
A apresentação reuniu referências ao filme noir e ao universo de Hollywood. Casacos em flanela cinza imitavam a luz filtrada por persianas, conferindo movimento aos looks. A ambientação reforçou o eixo cinema-couture da mostra.
A temporada, batizada Cruise, foca em fluidas silhuetas com tecidos leves. A linha sugere versatilidade para a mulher Bar Jacket de 2026, com peças que vão de casacas alongadas a roupas com franjas.
O CDS da marca ganhou citações diretas: as bolsas homenageiam criações antigas e conservam o espírito de nomes como Cadillac Bag, inspirado por modelos clássicos. Um acessório em tom bege amplia a referência histórica.
A exposição também ressaltou a ligação entre a Dior e o cinema. Dior, que trabalhou com filmes antes de fundar a grife, é citado como inspiração para a direção criativa de Anderson, que já assinou figurinos para Luca Guadagnino.
Colaborações enriqueceram o desfile: Ed Ruscha contribuiu com palavras e tipografias para estampas, e Philip Treacy assinou adereços de cabeça com penas esculpidas, alusivas a referências anteriores da maison.
Na prática, o desfile mesclou técnica de plissados, volumes e texturas. Rosetas tridimensionais aparecem nos vestidos, enquanto peças jeans ganham bordados com correntes metálicas, criando efeito artesanal no look urbano.
Com Antonia Petta e Milene Chaves na cobertura, o relatório destaca que o conjunto mantém o DNA Dior em uma leitura contemporânea, com referências históricas sob a égide de Anderson.
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