- Em mil novecentos e noventa e um, durante as gravações da minissérie O Guarani, grupo de indígenas foi despejado de um hotel no Rio de Janeiro após cerca de 15 dias de estadia.
- A gerência do hotel alegou falta de pagamento das diárias pela TV Manchete; a emissora, porém, disse que pagava as diárias, além de alimentação, transporte e hospedagem.
- Segundo a gestão do hotel, houve acusações de que o grupo teria urinados no corredor do estabelecimento.
- Angélica e Leonardo Brício eram os protagonistas da minissérie; a Manchete informou que o despejo foi ilegal, sustentando que os custos eram arcados pela emissora.
- O episódio ficou registrado nos bastidores da produção e na memória da história da Manchete.
Na minissérie O Guarani, gravada nos anos 90, um grupo de indígenas que atuava nas filmagens enfrentou uma saída forçada de um hotel no Rio de Janeiro. A produção era da Manchete, com Angélica e Leonardo Brício como protagonistas.
Segundo a gerência do hotel, o despejo ocorreu após 15 dias de hospedagem, sob a justificativa de falta de pagamento das diárias pela TV Manchete. A instituição também registrou incidentes envolvendo o grupo. A emissora teve acesso aos relatos, que foram contestados pela produção.
A Manchete afirmou que pagava os diários dos indígenas e arcava com alimentação, transporte e hospedagem, tratando-os como parte do elenco. Já o hotel apresentou acusações de mau comportamento, inclusive de urinarem em corredores, segundo registros da época.
Contexto da produção
A minissérie O Guarani, ambientada no período histórico retratado, trazia Angélica como figura de destaque e contou com elenco que incluía Leonardo Brício. O episódio gerou controvérsia sobre tratamento de povos indígenas no contexto midiático brasileiro de então.
Entre na conversa da comunidade