- Guto Graça Mello morreu nesta terça-feira, dia 5, no Rio de Janeiro, após uma parada cardiorrespiratória; estava internado no Hospital Barra D’Or há mais de um mês após sofrer uma queda.
- Iniciou na música na segunda metade dos anos sessenta, fez trilha para Missão: Matar (1972) e foi convidado pela TV Globo para trabalhar como produtor musical.
- Foi responsável pela abertura do Fantástico, além de selecionar músicas para novelas e programas da Globo, atuando também no braço fonográfico Som Livre.
- Destacou-se em trilhas de Gabriela (1975) e Pecado Capital (1975) e ajudou a impulsionar carreiras de artistas como Moraes Moreira, Guilherme Arantes, Rita Lee e Xuxa.
- Deixou a Globo em 1989, mas continuou produzindo; esteve envolvido em mais de 500 álbuns e é considerado uma das figuras mais influentes da indústria musical brasileira.
Guto Graça Mello, um dos nomes mais influentes da música brasileira, morreu nesta terça-feira (5) no Rio de Janeiro. Ele sofreu uma parada cardiorrespiratória após mais de um mês internado no Hospital Barra D’Or, após uma queda, segundo informações ainda em apuração.
O carioca iniciou a carreira na segunda metade dos anos 1960 e, em 1972, escreveu a trilha sonora de Missão: Matar. Walter Clark, então diretor da TV Globo, o convidou para atuar como produtor na emissora.
Entre os trabalhos de destaque, destacam-se a abertura da novela Cavalo de Aço (1973) e a trilha de Fantástico, atual desde então. Guto atuou tanto na Globo quanto na Som Livre, braço fonográfico da emissora.
Legado e trajetória
A partir da experiência internacional adquirida na Berklee College of Music, Guto consolidou-se como um dos maiores produtores da música brasileira nas décadas de 1970 e 1980, escolhendo músicas para novelas e programas da Globo.
Ao longo da carreira, impulsionou carreiras de artistas como Moraes Moreira, Guilherme Arantes e Rita Lee. Também teve participação relevante na formação de Xuxa na emissora, em meados dos anos 1980, antes de romper com a sua equipe.
Guto produziu mais de 500 álbuns, atuando como produtor musical e diretor de projetos. Deixou a Globo em 1989, mas continuou trabalhando com grandes nomes da música. Seu impacto é lembrado como referência na indústria.
Entre na conversa da comunidade