- Protestos próximos à área de chegada do Met Gala 2026, em Nova York, acompanharam a presença dos convidados em meio a críticas aos honorários chairs Jeff Bezos e Lauren Sanchez, com os organizadores anunciando arrecadação recorde para o Costume Institute.
- A campanha de protesto exibiu cartazes como “Tax the Rich” e “Resistance Red Carpet”; um grupo simulou urinadas em garrafas com a face de Jeff Bezos, em referência a relatos sobre a prática entre motoristas da Amazon.
- Amy Sherald entrou com look sob medida assinado Thom Browne, inspirado em sua pintura de 2013 Miss Everything (Unsuppressed Deliverance).
- Jordan Roth levantou tons de cinza e uma peça com figura facial ausente, criada pelo designer Robert Wun, com inspiração em obras da coleção do Met, incluindo Pygmalion and Galatea.
- Tschabalala Self, co-presidente do evento, escolheu um vestido branco de seda com corset, criado por Brandon Blackwood, que mescla elementos contemporâneos e referências artísticas.
A Met Gala de 2026, em Nova York, reuniu artistas e celebridades sob o tema “fashion is art”. O evento ocorreu na noite de 4 de maio, no Metropolitan Museum of Art, com a arrecadação recorde para o Costume Institute.
Protestos contra os chairs honorários Jeff Bezos e Lauren Sánchez não impediram as entradas glamourosas. Os manifested foram próximos à área de chegada, com faixas como Tax the Rich e Resistance Red Carpet.
Os Bezos contribuíram com pelo menos US$ 10 milhões, auxiliando a arrecadação de US$ 42 milhões, recorde para o instituto. O valor supera os US$ 31 milhões do ano anterior.
Entre os presentes, Amy Sherald vestiu um look sob medida do Thom Browne, inspirado em sua obra Miss Everything (Unsuppressed Deliverance) de 2013. O estilo foi apontado como interpretativo da pauta artística do gala.
Jordan Roth chamou a atenção de modo teatral, vestindo um conjunto cinza-aveludado assinado por Robert Wun. O traje trazia uma figura humana sem rosto sobre o ombro, inspirado em obras do acervo do museu.
Tschabalala Self, co-presidente do evento, apareceu com um vestido branco de seda, corpo vazado e detalhes em tule e cetim. A artista descreveu a peça como contemporânea e com referências históricas da arte têxtil.
Self explicou que o visual remete a Degas e à evolução entre escultura tradicional e têxtil, destacando a presença de elementos têis na prática artística. O vestido foi criado por Brandon Blackwood, ex-colega de curso na Bard College.
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